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Sustentabilidade para conquistar o mercado

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lojasverdesAs principais redes de supermercados do Reino Unido têm apostado em programas agressivos de redução de emissão de carbono, usando a sustentabilidade como diferencial mercadológico. Companhias ambientalistas como a McKeever vêm trabalhando com os supermercadistas para conceber as próximas descobertas em design de lojas ecológicas, no maior clima de competição saudável – o que tem colocado os supermercados britânicos muito à frente de outros setores do varejo no quesito sustentabilidade.

A rede britânica Tesco, por exemplo, foi considerada a varejista mundial número um no combate às mudanças climáticas em função do seu projeto de descarte de carbono. Em 2010, inaugurou a primeira loja do mundo com emissão zero de carbono, em Ramsay, Cambridgeshire, na Inglaterra. E, desde então, abriu mais duas unidades, seguindo o mesmo padrão. Entre as ações, as filiais utilizam luz natural e placas solares para reduzir o custo de iluminação das lojas, além da água da chuva para a descarga dos banheiros e lavagem de carros.

Outro exemplo é a Sainsbury’s, cuja primeira ecoloja foi inaugurada há cerca de uma década. A rede utiliza um sistema, desenvolvido em parceria com uma empresa de petróleo, que direciona o calor gerado pelas unidades refrigeradas para 500 metros abaixo do solo, em uma série de pequenos túneis, que simultaneamente aquecem e esfriam as lojas.

Leia mais: http://bit.ly/1dxy2G3

 

Vera Zaffari fala sobre arquitetura comercial no JC

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25A arquiteta Vera Zaffari mostra sua expertise em arquitetura comercial em matéria publicada no Jornal do Comércio desta terça-feira. A matéria aponta Porto Alegre como a cidade com maior área bruta locável por habitante no Brasil e com uma expectativa de crescimento interessante para os próximos anos.

A aposta são os shoppings de vizinhança e open malls, com maior interação com o ambiente do entorno, em detrimento das grandes áreas de construção fechadas, modelo que ainda predomina e se consolidou até hoje. “O mundo está indo para o meio termo, para zonas de varejo mais estruturadas, interagindo com o verde e resolvendo problemas de fluxo, segurança e mobilidade”, afirma a arquiteta.

Confira a matéria completa no Jornal do Comércio: http://bit.ly/1p02dXN .

 

Cross merchandising na Alemanha

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crosssNo supermercado da rede Real localizado na cidade de Bonn, na Alemanha, a ideia é aproveitar cada espaço disponível para despertar o desejo de compra nos consumidores. Neste caso, o lugar vago ao lado do corrimão da escada rolante que separa o andar térreo do mezanino foi adaptado para abrigar um expositor de guloseimas. Uma sacada de cross merchandising daquelas, para ninguém resistir em passar a mão em umas balinhas antes de ir para o caixa.

Estudos comprovam que esta prática aumenta em cerca de 15% a venda deste tipo de produto se exposto só em seu ponto habitual de venda dentro da loja.

O futuro dos shopping centers é a diversificação

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Shopping centers com áreas fechadas, sem espaços livres, estão fadados ao fracasso. Áreas verdes, entretenimento e atividades alternativas, oferecidas além do mix de lojas, praça de alimentação e cinema, precisarão estar em pauta dos empreendimentos que pretenderem fidelizar seus clientes e conquistar novos públicos.

O momento é de mudança no varejo, com as lojas físicas concorrendo diretamente com o comércio on line. Por isso é preciso criar uma experiência presencial única e memorável. Assim, a arquitetura comercial torna-se fundamental para criar a interação com o cliente que os shopping centers procuram. Quando as pessoas se sentem bem, trocam a tela do computador por um passeio com a família e, consequentemente, gastam mais.

Nesse sentido, a Starbucks vem fazendo um bom trabalho, criando esse ambiente acolhedor, quase familiar, e assim que precisam ser os shoppings – acolhedores e agradáveis. Já no The Grove, o pessoal da Four Seasons foi contratado para desenvolver a hospitalidade com a qual o cliente deve ser recebido.

São ideias interessantes que podem servir de inspiração para shoppings em qualquer parte do mundo.

Arquitetura comercial impulsiona vendas

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nacional gramadoO investimento em tecnologia de ponta e automação no atendimento aos clientes nos Pontos de Venda (PDV) é uma realidade no varejo internacional e começa a chegar com tudo ao mercado brasileiro. Mas, além da instalação da tecnologia, é preciso criar uma infraestrutura adequada para acomodar as inovações em ambientes já conhecidos pelos clientes. Entra aí o desafio e as soluções da Arquitetura Comercial. “Adaptar o novo ao existente e orientar o cliente frente às novas tecnologias é uma missão para a Arquitetura Comercial, que também busca entender as novas formas de comportamento do consumidor. E passa a introduzir, em seus projetos, espaços e ambientações que geram novas experiências”, resume a arquiteta Vera Zaffari, expert no tema. É do escritório VZA l Vera Zaffari Arquitetura o projeto do supermercado Nacional na cidade de Gramado (RS), por exemplo (veja outros projetos clicando aqui).

Os ambientes no varejo devem proporcionar experiências inspiradoras ao consumidor, que busca autenticidade, conforto, praticidade e interatividade durante a compra. Nesse escopo, o investimento em Arquitetura Comercial pode contribuir para a melhoria do negócio. “Mas é preciso ter cuidado. O novo modelo deve seguir garantindo a identidade da marca e promovendo a permanência do público por mais tempo no PDV, situação que hoje compete com a experiência virtual”, ressalta Vera.

Assim, aproximar o envolvimento tátil e emocional garante pontos para o mercado varejista se destacar frente ao e-commerce. “As pessoas querem tocar, sentir, cheirar, experimentar, interagir, conviver, deixar-se encantar. É isto que faz com que uma pessoa queira ir à loja física”, afirma Vera Zaffari. Nesse sentido, o investimento em Arquitetura Comercial para o varejo pode contribuir para o avanço das vendas e garantir clientes mais satisfeitos.

Vera Zaffari é destaque no Jornal do Comércio

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O jornalista Eduardo Bins Ely destaca as ideias de Vera Zaffari em sua coluna desta sexta-feira, 7 de março, no Jornal do Comércio (RS). O texto traça um perfil de Vera e de seu trabalho à frente da VZA Arquitetura, fala de seus gostos pessoais e de sua visão sobre o que quer o consumidor brasileiro.

Bins Ely conta um pouco da trajetória da arquiteta, as conquistas dos prêmios do PGQP em 2012 e 2013, as preferências da profissional e o destaque da VZA no mercado de arquitetura ao apostar em inovação, gestão e busca de metas para qualificar processos e atender as expectativas dos clientes.

Experiências virtuais já são realidade no varejo

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As tecnologias entram com tudo no dia a dia do consumidor. Para facilitar a experiência de compra – e de venda! – empresas que atuam no segmento do varejo apostam numa nova moda: os provadores virtuais.

Com um equipamento de tecnologia 3D, sensor de movimento, tela e câmera de alta definição, lojistas transformam a experiência real de compra em uma experimentação virtual. O consumidor fica em frente à tela e vai “trocando” de peça, sem precisar efetivamente realizar a ação. Tudo no ambiente da loja, como pode ser visto na foto.

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Aos lojistas a tecnologia é atraente por facilitar a vida dos clientes, reunir virtualmente todo o estoque e agregar à compra uma experiência lúdica. A mescla da experiência real e virtual no varejo exige mudanças estruturais na arquitetura da loja, no treinamento dos funcionários, entre outras questões.

Assista ao vídeo do Jornal Hoje (Rede Globo) e veja como a moda dos provadores virtuais está sendo recebida no Brasil.

Jornal Hoje – Rede Globo – apresenta provadores virtuais no Brasil.

Deerns Corporation no Brasil

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Vera Zaffari, diretora da VZA, compareceu ao evento em São Paulo (crédito VZA)

Vera Zaffari, diretora da VZA, compareceu ao evento em São Paulo (crédito VZA)

A VZA | Vera Zaffari Arquitetura marcou presença na cerimônia que deu inicio às atividades da Deerns no Brasil, através de uma joint venture com a Sistenge Engenharia, nomeada Deerns Data Centre Design S.A..O evento ocorreu quinta-feira, 06/02, em São Paulo.

A nova empresa já iniciou seus primeiros projeto. O primeiro a ser desenvolvido, será uma concepção tendo em vista a demanda de projetos qualificados de design e desenvolvimento de data centers com eficiência energética no mercado brasileiro.

A Deerns Corporation é uma empresa holandesa com atuação internacional especializada em projetos e serviços de instalações de data centers com experiência em mais de 100 projetos implementados em várias regiões do mundo. Seu foco é desenvolver projetos de datacenters sustentáveis tendo desenvolvido muitas soluções inovadoras para seus clientes e que agora são usadas como soluções comprovadas de resfriamento em vários datacenters.

O vídeo abaixo apresenta alguns projetos executados pela companhia (em inglês):

Varejo sustentável: o case da rede de supermercado U

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O case do Supermercado U é um sucesso no quesito de sustentabilidade em grandes redes de varejo. Para o conglomerado francês, a preservação do meio ambiente começa desde a construção das lojas. Projetar prédios que consomem menos energia e água, e que são melhores integrados em seu ambiente, se tornou uma prioridade para a marca. Por isso, as unidades U têm investido em diferentes técnicas para reduzir consumo de energia, potencializar fontes renováveis e estimular o cuidado com o Meio Ambiente.

Para reduzir o consumo de energia na produção de frio – já que a refrigeração de produtos frescos como carnes e frios utiliza muita energia – o Super U de Machecoul tomou duas medidas:

  • Utilização de cortinas noturnas que impedem a passagem de luz para unidades de refrigeração durante à noite e aos finais de semana,  que assim poupam energia quando o estabelecimento se encontra fechado.
  • Instalação de armários de congelados com portas – que abrem e fecham – para reduzir a produção de frio.

Ao combinar estas duas técnicas, a loja diminuiu seu gasto de energia em 11% no primeiro ano!

Energia renovável

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(Crédito Dilvulgação)

Além da economia no processo de refrigeração, os novos operadores da rede procuram reduzir o consumo total de energia no próprio projeto das unidades. Para fazer isso, eles usam diferentes técnicas como clarabóias que permitem que a loja use luz natural em vez de luz elétrica; bombas de calor que extraem calor armazenado no ar e no chão para criar uma energia limpa; e Iluminação eficiente de energia. A coleta da água da chuva também são processos incentivados nos projetos dos mercados, já que essa é uma forma eficaz de solucionar a escassez de água.

Já certas unidades preferem trabalhar com energia solar. As superfícies dos telhados dos estabelecimentos, por exemplo, permitem uma grande produção de energia limpa. Um case desta escolha é o Super G Prissé em Saone et Loire, que instalou em seus telhados 2500m2 de painéis solares,garantido a produção de 125,00 KW por ano.

Para o dono da unidade, a medida parecia óbvia: “Ao criar a loja, eu decidi alugar o telhado à uma empresa especializada na instalação de células fotovoltaicas. Assim, o telhado da loja produz energia vendida a EDF (companhia elétrica francesa), que depois a redistribuí na região. Ou seja, a abordagem é ecológica e econômica. Por que não participar do nascimento de uma energia limpa e renovável se temos a oportunidade de fazê-la?”?

O exemplo do Hyper U Les Arcs em Argens

Com esses investimentos, o Hyper U Les Arcs em Argens consome em média 30% menos energia e 50% menos água do que uma loja padrão

O Hyper U Les Arcs em Argens consome em média 30% menos energia e 50% menos água do que uma loja padrão (Crédito Dilvulgação)

O Hyper U Les Arcs, além de todas técnicas já citadas acima, cumpre os mais recentes métodos para limitar o impacto da loja sobre o meio ambiente. Esta loja tem um baixo consumo energético como as outras, mas também foi construída para integrar-se melhorem seus arredores e limitar o seu impacto sobre a fauna e flora locais.

Durante a construção desta unidade, um estudo realizado por uma empresa especializada em sustentabilidade identificou as várias espécies de flora e fauna, além de apontar recomendações para preservá-los. Neste contexto, uma parceria foi iniciada com a Liga para a Proteção das Aves e as associações ambientais locais.

Quase 10 anos de planeamento foram necessários para desenvolver este projeto, que irá receber certificação HQE (sigla de Haute Qualité Environnementale, Alta Qualidade Ambiental em português). Esta é uma certificação emitida pela Associação HQE a edifícios com elevado desempenho ambiental. O Hiper Les Arcs em Argens ganhou essa distinção através de planeamento e investimentos em eco-construção, ecogestão, conforto e saúde. Esta certificação tem altas exigências e corresponde a um desempenho da geral loja na preservação do meio ambiente.

Informações retiradas do original em francês.

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Em 2013 a Vera Zaffari Arquitetura | VZA realizou uma série de ações sociais solidárias, entre elas a campanha do agasalho (para a qual foram arrecadados 100kg de roupas), a pintura da Vila Gaúcha (ação dos Parceiros Voluntários) e a ação de natal com entrega de 184 presentes para crianças atendidas pela Associação Beneficente Santa Zita de Lucca.

Nesse post, a VZA gostaria de agradecer especialmente a participação de nossos parceiros e amigos. A confiança depositada em nós e a força da solidariedade são motivos para que em 2014 possamos fazer ainda mais.