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Transit Point: investimento com retorno certo!

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Com a pandemia, as vendas pela internet dispararam no Brasil. Foram 301 milhões de compras apenas em 2020, de acordo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Alta de 68% em relação ao ano anterior. Nesse cenário,  cresceu também a pressão por entregas mais rápidas a custo cada vez menores, fato que tem levado grandes varejistas a reverem seus processos de logística e distribuição. Para eles, temos uma ótima notícia: existe uma solução arquitetônica econômica e eficiente, capaz de reduzir significativamente os custos e os prazos de entrega de uma loja virtual. Trata-se dos  transit points —  pontos intermediários de armazenagem e logística que atende regiões distantes dos armazéns centrais. 

“Com o crescimento do e-commerce, cresce a demanda por galpões logísticos menores e em maior quantidade, localizados mais próximos dos centros urbanos para atender mais regiões e com mais agilidade. Muitas empresas adicionaram ao modelo tradicional de ter um centro de distribuição central, vários transit poits, com várias unidades menores e mais dispersas geograficamente”, explica Vera Zaffari, CEO da VZ&CO, escritório de arquitetura especializado em varejo, com histórico de projetos voltados aos centros de distribuição, transit point, cross docking, condomínio logístico etc.

Investir em transit points é uma  estratégia-chave para empresas interessadas em expandir suas operações online.

“A gestão eficiente da logística confere um melhor desempenho para o varejo.  Para a indústria, é um espaço de armazenamento de produtos saídos da linha de produção. Para o comércio, é um armazém logístico para organizar mercadorias vindas de diversos fornecedores, para serem consolidadas e enviadas para as redes de lojas ou consumidores”, acrescenta Vera. 

As operações realizadas em transit point são fundamentais para  reduzir  custos, organizar processos, eliminar pontos de estrangulamento, melhorar a gestão de riscos e dos estoques, além de agilizar a distribuição dos produtos. Assim, a empresa é capaz de oferecer ao cliente uma melhor experiência na compra, fato que aumenta a satisfação, a fidelidade e os índices de recompra. 

 

AS VANTAGENS DO TRANSIT POINT NO VAREJO

Diferentemente dos centros de armazenagem comuns, o transit point é um galpão logístico menor e não um espaço para o estoque de produtos.  Por ser menor e estar estrategicamente localizado nos pontos mais próximos dos centros urbanos, eles são capazes de atender com mais eficiência e rapidez as áreas mais afastadas dos armazéns centrais, atuando como um corredor de passagem das mercadorias. 

Por não exigir grandes estruturas de armazenagem, eles são financeiramente econômicos tanto no momento da construção quanto na manutenção dos espaços. 

“Os transit points  não necessitam de um grande investimento construtivo. Trata-se de uma estrutura mais simples e gerencial, para controlar a distribuição dos produtos”, exemplifica Vera. 

Outra característica importante destes galpões: as mercadorias que chegam já têm seus destinos definidos. Cada produto  já chega com a respectiva nota fiscal endereçada aos clientes finais, podendo ser expedidos imediatamente para a entrega local. Isso acaba otimizando e conferindo maior agilidade às operações da empresa. 

PROJETOS DA VZ&CO 

 

A VZ&CO tem em seu portfólio diversos  projetos na área de transit point, centros de distribuição (CD) e galpões logísticos. No momento, temos dois projetos em execução: a expansão de um CD da Leroy Merlin e um armazém logístico que será inaugurado nos próximos meses na cidade de Dois Irmãos (RS).  

A expansão do CD da Leroy Merlin visa a automatização do sistema integrado de armazenagem de pisos. A área total conta com 21.163m², aproximadamente.

“Este será o primeiro CD da Leroy Merlin para armazenagem de pisos e sua aplicação implica em cuidados especiais no Brasil. Desenvolvemos o layout implementando as salas de administrativos, sanitários, docas de recebimento e expedição, circulação externa e interna etc, e estamos atuando ativamente na compatibilização dos projetos complementares de contenção, estruturas de concreto e metálica”, explica o arquiteto Bruno Garcia, da VZ&CO.

Além dessa expansão, o escritório também está em curso com o case de um armazém logístico na cidade de Dois Irmãos (RS). Em um espaço de quase 37000 m², a VZ&CO projetou o plano de arquitetura para o melhor funcionamento do condomínio logístico, além de agilizar processos. 

“Fizemos um estudo do terreno para saber o que iria funcionar. Era mais estreito, com a largura inferior ao comprimento, então projetamos com atenção para a circulação de caminhões, com o pátio de manobras e as docas em apenas um lado do galpão industrial. Isso auxilia a logística de operação do cliente”, conta Vera Zaffari. 

Outro ponto importante da execução da obra: os arquitetos do projeto também pensaram em possíveis ampliações do espaço conforme a necessidade das demandas. “O projeto está sendo desenvolvido em fases e tem previsão de duas ampliações no futuro. Por isso, norteamos a setorização do CD, determinando a posição das docas, do estacionamento e da área administrativa em espaços que podem ser ampliados”, finaliza Vera.  

 

Desmistificando o BIM

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Uma ferramenta prática, eficiente e que foca resultados. Esse é um resumo das entregas do Building Information Modeling (BIM), uma das metodologias de modelagem de projetos mais potentes do mercado. Se você ainda está em dúvidas sobre migrar seus projetos para ele, precisa ler esta matéria.  Aqui, a VZ&CO — que utiliza o BIM em seus projetos desde 2014 — desconstrói 4 mitos sobre a implantação da ferramenta. Confira:

1 – Arquitetura em BIM é mais cara? 

Quando se fala em implementar o BIM, a maioria das pessoas reluta por achar que a mudança pode ser muito cara — um pensamento estranho para quem conhece os benefícios de um projeto correto na execução de uma obra, como os arquitetos. É fato que existe um custo inicial para a mudança dos processos de trabalho, mas assim como em qualquer reforma, o investimento se paga e traz retorno.  Especialmente porque  todo o valor de implantação é compensado pelo ganho de eficiência dos processos internos. Afinal, no BIM evita desperdícios, refação de trabalhos e gera mais confiança para o cliente orçar a obra.  

Outro ponto importante: o sistema conta com uma logística segura. Isso facilita o cálculo da construção e agiliza o processo.

“Uma das vantagens de projetar utilizando o BIM é estimar custos com maior precisão, gerir e diminuir os gastos com processos materiais. À medida em que vamos alterando informações no modelo, o quantitativo é alterado simultaneamente. As informações ficam salvas em tabelas explicativas, dando mais clareza para o cliente entender o que foi feito”, explica a gestora de produção da VZ&CO, Graciela Zaffari.  

2 – O BIM é complexo?

 Não, não é. Assim como em qualquer outro sistema informatizado, é  fundamental treinar a equipe na ferramenta para que ela possa aproveitar todas as funcionalidades do BIM.  Mas a modelagem, em si, não é difícil de executar. Nós, da VZ&CO, buscamos facilitar a introdução dos nossos clientes no processo BIM, junto aos seus setores internos de projetos e obras, facilitando o processo e o manuseio do modelo, assim como agilizando o aprendizado do time.

3 – O BIM é só mais uma representação de modelo 3D

De jeito nenhum!  Por mais que o BIM faça uma representação visual do projeto, ele entrega muito mais do que visualização em três dimensões.  O sistema ajuda a produzir conjuntos de dados digitais e bancos de dados com informações gráficas e não gráficas do projeto. Além do detalhamento de forma virtual, os projetos gerados pode m ser quantificados, coordenados, planejados e podem ter informações recuperadas a qualquer momento, pois o registro fica salvo. São até 8 dimensões de informação que tornam a modelagem do projeto muito mais precisa e eficiente.

4 – O BIM é um software 

 Engana-se quem pensa assim. O BIM não é um software, é uma metodologia de modelagem capaz de aumentar significativamente a precisão e a previsibilidade de um projeto.  A implementação dele traz mudanças em pessoas, processos e tecnologias. Além disso, facilita a comunicação e a colaboração, deixando a modelagem de projetos mais ágil, facilitando os fluxos e a conversa à distância entre diferentes disciplinas. Essa melhoria na gestão do projeto reflete diretamente na redução de erros e no aumento da produtividade de todo o time. 


Otimizando o BIM  

A VZ&CO é referência no suporte à implantação do BIM em empresas. Desde 2014, trabalhamos com essa tecnologia e, desde então, aprendemos a otimizar a metodologia para  impulsionar, ainda mais, nossos  resultados e a qualidade da gestão. 

Listamos, a seguir,  alguns aplicativos complementares que podem ser adicionados ao BIM.  Saiba como elas são aplicadas ao nosso escritório e  como podem ser vantajosas para o seu negócio:

Navisworks – É um software criado para prever falhas de compatibilização, realizar a gestão do projeto ou a obra com a possibilidade de coordenação, integração, análise de custos e logística. Com essa ferramenta, é possível mapear elementos que só eram percebidos na obra. 

Visualização 360º – Com essa ferramenta, é possível oferecer ao cliente uma visualização mais clara do projeto, realizando uma verdadeira tour virtual pelo projeto para que ele consiga entender o espaço. 

Automação com Dynamo ou Phyton – Uma complementação que permite automatizar tarefas e  entregar resultados ainda mais confiáveis, tendo o especial cuidado no gerenciamento, que deve ser  entregue dentro do prazo. 

A  implementação dessas ferramentas trouxeram  resultados positivos na cultura do trabalho, permitindo a colaboração e agilidade nos processos. Os clientes também sentiram a melhora e os benefícios ao receberem os projetos detalhados, por exemplo.

Comércio de proximidade ou e-commerce: quem conquistará o coração dos clientes após a pandemia?

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Em um mundo pós pandêmico, as pessoas vão estar carentes de presença física e loucas para sair de casa ou cada vez mais dispostas a continuar comprando pela internet? Essa é uma dúvida que vem inquietando os varejistas não apenas do Brasil, mas do mundo. O que poucos deles perceberam é que não precisa haver uma disputa entre os mercados de proximidade e os e-commerces. Cada um deles atende, à sua maneira, públicos distintos. Em alguns casos, inclusive, eles podem somar forças. Confira:

 

 

MERCADOS DE PROXIMIDADE

Direcionado para compras rápidas e selecionadas, os mercados de proximidade são ideais para quem gosta de ver de perto o que está comprando.

 

No caso de hortifrutis, por exemplo, muitas pessoas preferem escolher a dedo, pessoalmente, o que vão levar para casa. Esse tipo de consumidor,  que gosta de ver de perto o produto, não gosta de fazer compras por site ou aplicativo”, explica Vera Zaffari, arquiteta e fundadora da VZ&CO.

 

Para esse público, o mercado de proximidade é uma excelente opção. Localizados em pontos estratégicos — dentro de bairros com demanda para consumo — eles contam com opções diferenciadas de produtos. Grandes marcas como o Grupo Pão de Açúcar (GPA) e o Carrefour, já investem no conceito.

No Brasil, esse tipo de mercado já corresponde por 40% do volume de compras do varejo. Os dados são da GFK — empresa alemã especializada em estudos de mercado,

 

E-COMMERCE

Comprar pela internet é sinônimo de praticidade. No primeiro semestre do ano passado, cerca de 7,3 milhões de brasileiros fizeram compras online de acordo com um levantamento feito pela Ebit/Nelson — plataforma de opinião de consumidores do Brasil. A estimativa é que as vendas aumentem 26% em 2021.

 

O e-commerce não vai perder força. É um segmento que tem se reinventado e investido na melhoria da experiência dos clientes por meio de novas tecnologias, como a inteligência artificial”, comenta Rubiane Schneider, arquiteta da VZ&CO”.

 

O perfil de quem compra online, no entanto, é bem específico. Normalmente são pessoas que dominam as novas tecnologias da informação, levam uma vida corrida e não sentem prazer em sair para comprar alimentos. “Os clientes do e-commerce não são os mesmos dos mercados de proximidade. Em nossa experiência com arquitetura de varejo, fica claro que existe espaço para ambos”, destaca Vera.

 

SOMANDO FORÇAS

Grande marcas do varejo já entenderam que a melhor maneira de atender bem aos diferentes perfis de  consumidor é investindo em ambas as tendências. Por isso, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) fortaleceu suas plataformas de venda online em 2020 e, em paralelo, apostou na bandeira Minuto — uma versão menor e mais personalizada de seus mercados.

No início desse ano, a rede inaugurou mais uma loja na Avenida Marechal Mallet, em Praia Grande (SP). O projeto foi assinado pela VZ&Co, que está planejando outras quatros lojas, que serão inauguradas ainda este ano. No total, o GPA pretende lançar mais 30 lojas nesse conceito de proximidade.

Qual o resultado desses investimentos? Em 2020, as vendas da marca Pão de Açúcar — on-line e off-line —  cresceram 334,1% em relação ao ano anterior.  Um recorde de crescimento, que garantiu um faturamento líquido de R$  2,7 bilhões para o varejista.

Hotéis para quem procura design diferenciado

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americanPara quem gosta de hotéis que valorizam a arquitetura e o design, a rede mexicana Grupo Habita é um prato cheio. Com estabelecimentos nas cidades de Playa del Carmen, Cidade do México, Monterrey, Puebla, Acapulco e Veracruz, o grupo chegou a Nova York, com o Hotel Americano.

Localizado no bairro de Chelsea, o lugar tem fachada em estilo industrial, em malha de aço inoxidável. No topo do edifício, piscina, bar, terraço e jardim costumam reunir os hóspedes para observar a cidade.

Mas os hotéis do México também são um deleite. O Hotel Habita, no bairro de Polanco, na Cidade do México, por exemplo, tem uma entrada discreta e paredes de vidro, que também reveste a fachada de cima a baixo.

No Rio, Arq.Futuro propõe debate sobre urbanismo, arte e arquitetura

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Obra de Richard Serra no Guggenheim de Bilbao. Crédito: Divulgação/Guggenheim

Quem se interessa por arquitetura e estiver no Rio de Janeiro no dia 27 de maio não pode perder o Arq.Futuro, principal evento de debates sobre arquitetura e urbanismo do país.

No Teatro Adolpho Bloch, na Glória, às 15h, Carlo Ratti, diretor do MIT Senseable City Lab, e Reinier de Graaf, sócio do escritório OMA, falam sobre urbanismo e o papel da água na arquitetura e no design no painel Diálogos Urbanos: Cidades Fluidas.

Às 18h, o artista plástico Richard Serra e o crítico de arquitetura do The New York Times Michael Kimmelman conversam sobre a relação entre a cidade e a arte.

O objetivo do Arq.Futuro é contribuir para a melhoria do ambiente construído e da qualidade de vida nas cidades do Brasil. Ao mesmo tempo em que promove a preservação do patrimônio arquitetônico brasileiro, o Arq.Futuro propõe um diálogo sobre o desenho e a gestão das cidades.

 

 

VZA projeta novo layout e decoração da Luel

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nova logo LUELO escritório VZA – Vera Zaffari Arquitetura foi o escolhido para realizar o novo projeto de layout e decoração da Luel, loja de móveis e decoração que reinaugura nesta sexta-feira, 9 de maio, na Av. Ipiranga, 7464, em Porto Alegre.

Fundada por Luiz Mário Magalhães Sá e Elvete de Oliveira Garcia Sá, a Luel está estabelecida desde o ano passado no moderno edifício Central Business Park, no bairro Jardim Botânico. Inicialmente voltada para a comercialização de móveis planejados, agora a Luel passa a atuar em variados segmentos de decoração, representando fabricantes conceituados de móveis planejados em MDF, sofás, poltronas, mesas, cadeiras e outros objetos. E Vera Zaffari, com sua expertise em arquitetura comercial, projetou a nova loja.

Projeto do Heydar Aliyev Center ganha Designs of the Year 2014

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O prêmio Designs of the Year 2014 do Museu de Design de Londres, na categoria de arquitetura, foi para o Heydar Aliyev Center. Agora o projeto compete para o prêmio final, que será anunciado no dia 30 de junho. O prédio de oito andares está localizado em Baku, no Azerbaijão.

O complexo cultural de 100 mil m² conta com biblioteca, auditório, sala de imprensa, espaço para reuniões e estacionamento subterrâneo. A fachada mantém a marca da arquiteta Zaha Hadid, com curvas e revestimento em vidro, privilegiando a iluminação natural.

Inspiração: o design modernista do hotel Antumalal, no Chile

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Com design inspirado nas obras de Frank Lloyd Wright, um dos expoentes da icônica Bauhaus, o Hotel Antumalal, localizado na cidade de Pucón, ao sul do Chile, encanta pela arquitetura arrojada, que traz a natureza para dentro do empreendimento.

Contemplando a harmonia com o ambiente e a preservação da flora nativa, o hotel tem paredes lisas e revestidas de araucárias chilenas e janelas de vidro que oferecem vista panorâmica para este cenário de cartão postal – parecem quadros pendurados na parede.

Na hora de relaxar e revitalizar-se, ainda há o Spa Antumaco, estilizado com mobília de madeira, pedras e cimento, mantendo a arquitetura original e naturalmente integrado ao empreendimento – o espaço é esculpido em rochas naturais (abaixo).

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Lojas Renner: primeira do segmento no País

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Lojas RennerUm estudo realizado pela Interbrand e divulgado recentemente aponta Lojas Renner como a maior marca do País em seu segmento, a segunda maior marca do varejo brasileiro e a nona mais valiosa da América Latina. Especificamente em vestuário, Lojas Renner figura em terceiro lugar no continente, ficando atrás da argentina Falabella e da mexicana Liverpool.

Vários pontos contribuíram para o boom de Lojas Renner nos últimos tempos. Um plano de expansão agressivo, a aquisição da Camicado e o forte investimento em tecnologia e logística – incluindo a atenção à arquitetura comercial de seus pontos de venda – justificam os belos números.

Vale lembrar Lojas Renner é cliente VZA – Vera Zaffari Arquitetura, escritório responsável por aproximadamente 50 projetos de pontos de venda da marca espalhados pelo Brasil.

Leia o estudo completo no site da Interbrand.

The Bow, luxo e preocupação com o meio ambiente

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thebow2O sucesso na cidade de Calgary, no Canadá, atende pelo nome de The Bow. Trata-se de um edifício de 237 metros de altura que imprime à linha do horizonte sofisticação e modernidade. Contudo, o empreendimento destaca-se ainda mais na área de sustentabilidade, aliando com maestria a arquitetura comercial à preocupação com o meio ambiente.

projeto do The Bow é importante em termos urbanos, sociais e ambientais. A base pública da torre abriga lojas, restaurantes e cafés com tratamento paisagístico. Os andares de escritórios são pontuados por três jardins aéreos de seis andares, que incentivam a ventilação natural e ajudam a reduzir significativamente o consumo de energia.

A forma do edifício foi moldada a partir da análise do clima. A torre virada a sul curva-se em direção ao sol para tirar proveito da luz do dia e do calor. Em relação às curvas para o interior do edifício, a fachada envidraçada é puxada para a frente para criar uma série de átrios que correm por toda a altura da torre. Esses espaços funcionam como zonas de barreiras climáticas, isolando o edifício e ajudando a reduzir significativamente o consumo de energia.