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Arquitetura comercial impulsiona vendas

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nacional gramadoO investimento em tecnologia de ponta e automação no atendimento aos clientes nos Pontos de Venda (PDV) é uma realidade no varejo internacional e começa a chegar com tudo ao mercado brasileiro. Mas, além da instalação da tecnologia, é preciso criar uma infraestrutura adequada para acomodar as inovações em ambientes já conhecidos pelos clientes. Entra aí o desafio e as soluções da Arquitetura Comercial. “Adaptar o novo ao existente e orientar o cliente frente às novas tecnologias é uma missão para a Arquitetura Comercial, que também busca entender as novas formas de comportamento do consumidor. E passa a introduzir, em seus projetos, espaços e ambientações que geram novas experiências”, resume a arquiteta Vera Zaffari, expert no tema. É do escritório VZA l Vera Zaffari Arquitetura o projeto do supermercado Nacional na cidade de Gramado (RS), por exemplo (veja outros projetos clicando aqui).

Os ambientes no varejo devem proporcionar experiências inspiradoras ao consumidor, que busca autenticidade, conforto, praticidade e interatividade durante a compra. Nesse escopo, o investimento em Arquitetura Comercial pode contribuir para a melhoria do negócio. “Mas é preciso ter cuidado. O novo modelo deve seguir garantindo a identidade da marca e promovendo a permanência do público por mais tempo no PDV, situação que hoje compete com a experiência virtual”, ressalta Vera.

Assim, aproximar o envolvimento tátil e emocional garante pontos para o mercado varejista se destacar frente ao e-commerce. “As pessoas querem tocar, sentir, cheirar, experimentar, interagir, conviver, deixar-se encantar. É isto que faz com que uma pessoa queira ir à loja física”, afirma Vera Zaffari. Nesse sentido, o investimento em Arquitetura Comercial para o varejo pode contribuir para o avanço das vendas e garantir clientes mais satisfeitos.

Smartphones mudam a relação varejo-cliente

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smarthvarejoOs smartphones estão transformando a experiência de compra dos consumidores – e, consequentemente, o processo de venda dos varejistas do mundo todo. De acordo com a consultoria Forrester, 40% das vendas realizadas hoje nas lojas nos Estados Unidos são influenciadas por canais digitais, especialmente os telefones celulares.

Os exemplos são vários mas alguns se destacam. A loja de departamentos Macy’s é uma das 100 grandes varejistas americanas que testam uma tecnologia chamada iBeacon, da Apple. O sistema permite não só saber que determinado cliente entrou na loja como também oferecer dicas e alertas sobre promoções de acordo com a localização dele dentro do estabelecimento comercial.

De olho no varejo, a IBM testa um aplicativo que usa a câmera dos smartphones para mostrar informações sobre os produtos nos supermercados. É apontar a câmera do telefone para o produto para saber suas informações nutricionais e o preço de produtos simulares.

 

O melhor da iluminação em São Paulo, em abril

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ExpoluxDe 22 a 26 de abril ocorre na Expo Center Norte, em São Paulo, a Expolux 2014 – Feira Internacional da Indústria de Iluminação. Trata-se da principal mostra do mercado para profissionais que buscam tendências e novas tecnologias do universo da iluminação. O evento costuma reunir arquitetos, engenheiros, lojistas, compradores da indústria da construção e decoradores, que têm a oportunidade de conhecer, em primeira mão, as novidades reservadas para o setor. Integra a programação do encontro um seminário sobre iluminação pública.

Dados divulgados pela Lighting Design World apontam que o mercado brasileiro de produtos de iluminação, em 2012, registrou um aumento no volume de negócios de R$ 3,85 bilhões.

A Expolux 2014 estará aberta de terça a sexta, das 10h às 19h, e sábados, das 9h às 17, nos pavilhões Branco e Verde da Expo Center Norte.

Qual o futuro dos shoppings centers?

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Tendências internacionais, sobretudo norte-americanas, apontam para mudanças na arquitetura tradicional dos shoppings centers. Aqueles prédios fechados e projetados como caixas-fortes já estão ficando no passado!

Se antes a regra era não ter janelas nem áreas que distraíssem o consumidor, agora a tendência aponta para a construção de shoppings como espaços que estimulem a convivência e proporcionem experiência aos frequentadores. Áreas verdes, espaços de entretenimento e atividades alternativas estimulam a frequência da nova mentalidade do público que, cada vez mais, busca locais para conviver, se encontrar com os amigos e familiares e, consequentemente, consumir.
Shopping Center
Alguns líderes de empresas privadas dos Estados Unidos afirmam que desde 2006 não são construídos shoppings fechados em seu país e que aqueles que não se reinventarem nos próximos 15 anos irão ter sérios problemas.

A tendência visa à permanência duradoura do cliente no shopping e nos pontos de vendas. “Hoje o mercado está se consolidando. As redes de lojas estão aumentando em número e complexidade. O que mais o mercado exige é que o padrão de projeto seja mantido para ganhos de produtividade, redução de custos e força da marca”, comenta Vera Zaffari, arquiteta e diretora do escritório VZA|Vera Zaffari Arquitetura.

De acordo com a empresária, outro fator relevante é o impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista, o qual pode colaborar para experiências únicas e memoráveis em vendas, projetos e faturamentos. Portanto, estar atento às novidades do segmento aplicadas à arquitetura comercial é um ponto relevante aos empresários e arquitetos.

EMPRESAS ADOTAM PLANO DE NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS

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Almejando o uso de recursos do planeta de forma sustentável, sem riscos a espécies e ecossistemas e sem inviabilizar o avanço dos negócios e do bem-estar, o termo economia verde surge como uma tendência de modelo de negócios no mercado mundial. Apesar de ainda ser um desafio para atrair empresários, a promessa de obter melhor recepção por parte do público faz com que eles repensem seus planos. E grandes organizações do mundo já começaram a fazer planos de negócios sustentáveis.

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