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Arquitetura comercial deve impulsionar venda no varejo

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VZA-65 escolhida VeraEm crescimento, o segmento varejista tem apresentado bons resultados no início de 2014 – ano que promete grandes mudanças no setor. Conforme dados do Instituto para Desenvolvimento do Varejo, referentes ao Índice Antecedente de Vendas (IAV-IDV), a expectativa para o primeiro semestre deste ano indica alta de 6,4%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Alinhado ao desenvolvimento gradual está a necessidade de se construir um ambiente destinado a proporcionar experiência inspiradora ao consumidor, que busca, cada vez mais, autenticidade, conforto, praticidade e interatividade durante a compra.

Neste escopo, o investimento em arquitetura comercial pode contribuir para a melhoria do negócio. “O modelo tem por interesse garantir a identidade da marca, além de promover a permanência do público por maior tempo no ‘ponto de venda’”, explica Vera Zaffari, diretora do escritório VZA | Vera Zaffari arquitetura.

Para tanto, o projeto de arquitetura comercial – tais como redes de lojas, shopping, hiper e supermercados –, deve andar em paralelo com a estratégia de marketing da empresa.

Uma tendência crescente e aderida por varejistas internacionais e, em adaptação no mercado brasileiro, é o investimento em tecnologia de ponta e automação para o atendimento aos clientes nos Pontos de Venda (PDV). Porém, além da instalação da tecnologia é necessário criar uma infraestrutura para acomodar as inovações em ambientes já conhecidos pelos clientes.

Assim, é preciso criar projetos que sejam user friendly e intuitivos para quem faz compras.  “Adaptar o novo ao existente e orientar o cliente frente às novas tecnologias é uma missão para arquitetura comercial, que também busca entender estas novas formas de comportamento, e que introduz nos seus projetos espaços e ambientações que gerem experiências”, afirma a empresária.

Um exemplo de tecnologia, cujo formato foi debatido recentemente no Big Retail’s Show – feira de tendência varejista de Nova York –, é sistema utilizado no Virtual Style Pod. Serviço que permite aos consumidores provar roupas virtualmente, realizar ajustes de tamanho e de cores. Esta ferramenta, também desenvolvida pela inglesa Engage com a companhia Space3D, permite uma experiência única, interativa e considerável ganho em produtividade.

Outra solução, que também merece destaque no mercado, são os caixas de autoatendimento, que têm reduzido filas, agilizado o processo de pagamento e substituído o processo humano pelo mecânico.

Segundo a arquiteta, aproximar o envolvimento tático e emocional ao mercado varejista pode ser um ganho tanto para o setor quanto para o público, além de se destacar frente ao e-commerce. “As pessoas querem tocar, sentir, cheirar, experimentar, interagir, conviver, deixar-se encantar. É isto que faz com que uma pessoa queira ir à loja física”, pontua Vera Zaffari.

Nesse sentido, o investimento em arquitetura comercial para o varejo pode contribuir para o avanço das vendas e a satisfação dos clientes. Para 2014, o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), prevê uma injeção de R$ 7.8 bilhões no setor.

Primeira loja da Apple na América Latina será no Brasil

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Loja da Apple em Nova York é exemplo do conceito de design que a marca vende.

A primeira loja física da Apple no Brasil já tem data e local definido: 15 de fevereiro. A cidade escolhida foi o Rio de Janeiro. O lugar? O Shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. A informação foi divulgada no site oficial da Apple no Brasil, que confirma a data e o local da inauguração.

A Apple Store carioca, que surge no ano em que a marca completa 30 anos, é a primeira do Brasil – e também da América Latina. A filial brasileira promete manter o padrão que a Apple emprega nas demais filiais ao redor do mundo: conceito será no estilo “pavillion”, expressão criada pela própria Apple para designar lojas com apenas um andar e uma fachada curvilínea com cerca de 30 metros de cumprimento e toda em vidro.

Um dos diferenciais da loja é o Genius Bar, um balcão de 7,6 metros onde os clientes vão poder esclarecer dúvidas e receber conselhos sobre a utilização, configuração e manutenção dos produtos da Apple.

O futuro das vitrines – a tecnologia ajudando a vender

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http://www.xlusion.com.br

As vitrines dispostas no varejo apresentam duas novas tendências ao mercado internacional: o videowall e a tela transparente. São ferramentas que integram a cesta de ofertas cada vez maior das recentes tecnologias produzidas em larga escala, que inspiram varejistas, marcas, marketing e arquitetos ao redor do mundo.

“As mais recentes soluções de display táteis, conteúdo e software interativo, atuam em conjunto para realmente envolver o consumidor”, conceitua a arquiteta Vera Zaffari, da VZA.

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