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Por uma arquitetura mais verde

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Sustentabilidade não é mais uma tendência, mas uma necessidade no universo da arquitetura e da construção civil. Em meio ao aquecimento global, à crise hídrica e à preocupação com a preservação do meio ambiente, não basta projetar edifícios bonitos e funcionais. Eles precisam ser eficientes do ponto de vista socioambiental, sem desperdício de materiais de construção, pensando na reciclagem de recursos e — de preferência — prezando pela eficiência térmica, hídrica e energética do projeto. E isso apenas do ponto de vista ambiental. Em relação ao impacto humano, ele precisa promover a economia local e cuidar do bem-estar dos trabalhadores envolvidos na obra e de seus futuros usuários. 

“Pensar em arquitetura sustentável é buscar alternativas e soluções capazes de diminuir impactos ambientais, como utilização de materiais/revestimentos locais, o aproveitamento de energia solar e a reutilização da água da chuva”, explica a arquiteta da VZ&CO, Caroline Malaggi. 

Um projeto de arquitetura comercial sustentável respeita os conceitos e os padrões de uma marca, mas também busca reduzir os impactos ambientais que ele possa provocar. Nesses casos, os arquitetos podem sugerir soluções mais “verdes”, como a escolha de materiais reciclados, a construção de reservatório de captação de água ou iluminações naturais que reduzam a necessidade do uso de energia elétrica. 

“Antes de iniciar um projeto, conversamos com os nossos clientes para saber quais são as suas necessidades e também fazer sugestões do que podemos utilizar em uma obra. Baseadas nos levantamentos do terreno e da obra, sempre buscamos entregar projetos que atendam às premissas da sustentabilidade”, comenta a arquiteta.

GREEN BIM

Desperdício com material de obra não faz parte do vocabulário da VZ&CO. Justamente por isso, desenvolvemos todos os nossos projetos em BIM — metodologia que permite um projeto mais preciso, possibilitando a extração de quantitativos e racionalização dos materiais que serão utilizados em obra.

“Além de ter os custos reduzidos, obras projetadas em BIM têm o consumo de água e energia otimizados. Justamente por isso, os governos de países como Reino Unido, Canadá e Estados Unidos só contratam projetos desenvolvidos em BIM. Aqui, no Brasil, o governo federal estuda adotar a mesma prática e grandes varejistas, como a Renner, que é nosso cliente, também só trabalham com essa metodologia em seus projetos de lojas”, conta Vera Zaffari, CEO e arquiteta da VZ&CO.

Vale destacar: o problema do desperdício de materiais no setor da construção é real e precisa ser combatido. Para se ter ideia, somente em 2019, foram geradas  290,5 toneladas de entulho por dia no Brasil. Destes, apenas 21% são recicláveis. Os dados da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon) alertam para uma realidade que precisa ser modificada.

Quer mais um motivo para realizar projetos sustentáveis? Cerca de 87% dos brasileiros preferem consumir produtos e serviços de empresas que adotam e preservam práticas sustentáveis. Os dados foram divulgados pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) em 2019, resultado de um estudo feito pela Union + Webster — agência  de pesquisa norte-americana.

SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS

Conheça algumas estratégias aplicadas pela VZ&CO em seus projetos arquitetônicos para reduzir o impacto ambiental dos mesmos:

Utilização de placas solares – Ao aproveitar a luz do sol para gerar energia elétrica, empresas economizam na conta de luz e ainda aliviam a pressão que existe hoje sobre o sistema de geração de energia elétrica no Brasil — que sofre com a baixa dos reservatórios de água. Utilizar fontes de energia renováveis é importante na hora de criar um projeto e, por isso, recomenda-se a instalação de placas solares sempre que possível.  

Um dado interessante para empreendimento com mais de uma loja e com o mesmo CNPJ:  caso a energia solar gerada pelas placas de um estabelecimento seja maior do que a utilizada, a empresa poderá transferir os quilowatts remanescentes para outras lojas, mesmo que elas não tenham placas instaladas.

Iluminação natural – O aproveitamento de luz natural pode ser feito por meio de soluções como as clarabóias, zenitais e grandes aberturas. Quando sugeridas aberturas em fachadas, é importante realizar um estudo da incidência solar para que não haja interferência no conforto térmico interno, exigindo um maior tratamento por meio de sistemas de condicionamento de ar.

Automatização de sistemas – Quem disse que não dá para inovar com sustentabilidade? Um método eficiente para ajudar na redução de gastos desnecessários de energia é o uso de sistemas de iluminação inteligente.

“Mesmo com a iluminação natural, alguns empreendimentos precisam de luminárias, mesmo durante o dia. Então, esses sensores verificam se há presença de luz natural suficiente ou não. Se sim, automaticamente as luminárias são desligadas”, exemplifica Caroline.

 

Isolamento térmico – Existem diversas formas de tratamento térmico para deixar os ambientes mais agradáveis, além dos equipamentos de condicionamento de ar. Estratégias como o tratamento de coberturas feitas de mantas e telhados com isolamento térmico reduzem a carga do ambiente, assim como o uso de películas solares em vidros ou a utilização de sistemas brises, que controlam a incidência da entrada de luz de acordo com a orientação solar da fachada.

Reaproveitamento de água pluvial e piso permeável – Aeradores nas torneiras e vaso com caixas acopladas para controlar a vazão da água e telhados com sistemas de aproveitamento da água da chuva por meio de cisternas, são soluções sustentáveis para racionalização e uso da água. As chamadas águas cinzas (água de reaproveitamento), podem ser utilizadas para irrigação, lavagem de calçadas e até mesmo em bacias sanitárias. As técnicas, além de sustentáveis, trazem grandes economias em edificações, principalmente nas de grande escala — condomínios, hotéis, supermercados etc.

Análise de materiais no projeto para  otimização da execução – Especificar e sugerir materiais com fornecimento local nos projetos facilita o transporte, assim otimizando o tempo, a distância da entrega e diminuindo as emissões de carbono.  A construção seca, e quando possível modular, não só diminui desperdícios em obras, mas também acelera o tempo de construção e aumenta a facilidade futura de manutenção do edifício.

Você sabe a diferença entre dark stores, transit points e galpões logísticos?

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Essas três soluções de logística trazem ganhos diferentes para quem vende seus produtos online e deseja melhorar sua performance de entregas.

Antes da pandemia, receber um produto em casa em até  três dias era visto com muito bons olhos pelo consumidor. Então, tudo mudou! Agora, o coração do cliente tende a bater mais forte por quem entrega o produto no mesmo dia ou no menor espaço de tempo. E a melhor maneira de fazer isso, é investindo em uma ou mais das seguintes soluções logísticas:

1. Centros de distribuição/Galpões logísticosProjeto de CD do Centro Himalaia

Esses dois nomes são utilizados para definir espaços de armazenagem de produtos localizados em pontos  estratégicos, com acesso às principais rodovias. O objetivo é facilitar a logística das entregas, além de acelerar processos e beneficiar os dois lados — cliente e varejista

“O galpão logístico é estratégico, pois facilita a entrega dos produtos de modo contínuo e direto, reduzindo a necessidade de estoque e, consequentemente, gerando ganhos entre o custo, a armazenagem e o transporte”, explica Vera Zaffari, arquiteta fundadora da VZ&CO.

Para completar, essas estruturas garantem controle de estocagem e distribuição por centralizarem toda a logística de uma operação. Sendo assim, exigem grandes áreas para serem implementados. Seu funcionamento é focado em receber, movimentar, armazenar, separar e expedir mercadorias de forma prática e centralizada. 

Uma das empresas que aposta pesado na estratégia dos centros logísticos é a Amazon — uma das principais referências globais em agilidade de entrega e satisfação do consumidor. Somente aqui no Brasil, ela possui galpões em São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Rio de Janeiro. Essas unidades viabilizam a realização de entregas em até 24 horas nas grandes capitais.

2. Transit points

Diferentemente dos centros de distribuição, o transit point mantém a ideia de acelerar as entregas, mas com uma outra proposta de logística. As mercadorias que chegam a esses espaços já têm seus destinos definidos. Elas chegam com a nota fiscal endereçada aos consumidores finais, podendo ser liberados imediatamente para a entrega local.

“Os transit points são menores no tamanho e maiores em quantidade, garantindo a gestão eficiente das mercadorias, trazendo maior a agilidade para a entregas de produtos comprados em lojas físicas ou na internet. Para a indústria, é um local de armazenamento de produtos saídos da linha de produção. Para o comércio, é um armazém logístico para organizar mercadorias vindas de diversos fornecedores. Lá, esses produtos serão organizados e distribuídos às redes de lojas ou consumidores”, exemplifica Vera. 

As operações realizadas nesses espaços são essenciais para organizar processos, reduzir gastos e melhorar a gestão de riscos e dos estoques. E assim como os centros logísticos, os transit points são econômicos na construção e manutenção dos espaços, por se tratar de uma estrutura simples e gerencial para controlar a distribuição de mercadorias e exigirem uma área menor para implantação.

3. Dark Stores

Eis aqui a mais nova tendência do mercado de varejo. As dark stores são espaços voltados à armazenagem, separação e envio de produtos comprados pela internet. Diferente dos transit point e centros logísticos tradicionais, elas se parecem como um comércio de proximidade, com espaço menor,  localizadas em centros urbanos, mas fechadas ao público.

Um dos projetos de dark store feito pela VZ&CO

Apesar de as dark stores serem fechadas ao público, elas complementam as lojas físicas e seus e-commerces, permitindo que o cliente retire o produto no local ou receba em casa no mesmo dia ou em poucas horas, garantindo a conveniência tão esperada pelo consumidor. Boa parte das dark stores permite ao consumidor retirar suas compras 24 horas por dia, 7 dias por semana. É o máximo de flexibilidade na hora de realizar uma compra. 

“Particularmente, considero uma solução logística inteligente. As dark stores não demandam grandes investimentos de arquitetura ou manutenção, costumam ter localização central, exigem áreas físicas menores, aumentam a visibilidade da marca e ainda ampliam a satisfação do cliente — que pode retirar o produto comprado de forma rápida e prática, como o clique e retire”, complementa a CEO da VZ&CO.

Agora que você já entendeu a diferença entre essas três soluções logísticas, que tal conversar conosco sobre qual delas seria melhor para a sua marca? Estamos à disposição para ajudá-lo!

Arquiteta de futuros

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O sotaque não deixa dúvidas: a arquiteta Vera Zaffari é gaúcha, nascida em Cachoeira do Sul. Filha de empresário da Construção Civil e de empresária no ramo de alimentação, ainda criança, descobriu sua paixão pela arquitetura. Em vez de pentear as bonecas, preferia criar casas e ambientes para elas. Interessada por aquele universo, passou a vivenciar com o pai nas obras e entendeu que ali estava o seu futuro. 

“A arquitetura foi sempre a minha paixão. O cheiro da obra, a convivência diária desde pequena em construções, me moldaram e me tornaram o que sou hoje”, comenta Vera, que além de arquiteta, é  uma empreendedora respeitada, com projetos espalhados pelo Brasil, Uruguai e Argentina. 

 

Formada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), de Porto Alegre (RS), Vera aprendeu já no primeiro estágio a se destacar profissionalmente. Antes mesmo de se formar, assumiu a liderança de vários projetos, aprendendo a lidar não só com a execução de projetos, mas também com os clientes. Resultado? Aos 23 anos, foi  convidada a virar sócia do escritório onde atuava.

Depois de alguns anos na profissão, a arquiteta percebeu que havia adquirido uma especialização na área que mais lhe dava prazer: a arquitetura comercial, em função das empresas que atendia. Em 1998, ela deixou a antiga sociedade para empreender por conta própria. Apesar de sentir o frio na barriga —  por ser uma mulher em uma época em que a arquitetura era majoritariamente dominada por homens —, ela  não desanimou e encarou o desafio. Nascia assim a VZ&CO. 

“Não foi fácil impulsionar o meu próprio negócio, mas as portas foram se abrindo por conta da qualidade dos projetos e pela determinação de sair vencedora – era vencer ou vencer. Fui convidada a participar de uma rodada de seleção de escritórios de arquitetura para atender uma grande rede varejista multinacional”, recorda Vera. 

A disputa somou 44 escritórios e deu à Vera o segundo lugar na classificação geral. Foi o suficiente para ela ser contratada. Esse primeiro grande cliente está até hoje na VZ&CO — mais uma prova da excelência não só dos projetos, mas do atendimento do escritório ao varejista.

E vale destacar: a VZ&CO coleciona prêmios em Gestão de Qualidade e projetos de arquitetura, como você pode conferir nesta linha do tempo da empresa

 

GESTÃO INOVADORA  

Logo que começou a empreender, Vera entendeu a importância de ser inovadora para criar diferenciação. Por isso, ela investiu fortemente na qualidade da gestão e na entrega de resultados para os clientes. 

“Nunca quis que a VZ&CO fosse apenas mais uma empresa de arquitetura, mas sim um nome de referência no mercado. Por isso,  fiz inúmeros cursos e MBA em Gestão Empresarial para entender e saber como posicionar o escritório como uma corporação inovadora, que preza pela gestão da qualidade, para entregar resultados e confiabilidade aos clientes”, afirma. 

Há 22 anos no mercado,  a VZ&CO se especializou  em arquitetura comercial e de varejo, mas também tem em seu portfólio projetos em hotelaria, centros de distribuição, restaurantes, arquitetura hospitalar e projetos de renovação e restauro de prédios antigos. 

“Nosso compromisso é entregar um trabalho inovador de qualidade, por meio de tecnologias e práticas sustentáveis. Como gestora,  busco manter relacionamentos duradouros com os nossos clientes e parceiros, sempre pensando em como deixar o escritório alinhado com o futuro”, complementa Vera.

 

BIM


 

Inovação é um conceito importante na vida de Vera Zaffari. Sempre em busca de trazer mais e melhores resultados para os clientes, ela faz questão de investir em novas tecnologias capazes de agregar valor na realização de projetos, melhorando tanto a qualidade quanto o tempo de entrega.

Em 2014, depois de realizar diversas pesquisas dentro e fora do Brasil , Vera decidiu implantar uma das mais modernas ferramentas de modelagem de projetos na VZ&CO: o Building Information Modeling (BIM). Objetivo? Tornar os projetos da empresa o mais precisos e confiáveis possível.

“Por meio do BIM, conseguimos impactar de forma positiva a cultura de trabalho dos nossos arquitetos e, também, os projetos apresentados aos clientes. Por ser uma ferramenta  com foco em resultados, o BIM  interliga todas as partes interessadas, diminui custos, acelera processos de execução e muito mais”, explica.

Sempre em busca de melhores processos e resultados, Vera e equipe estão sempre estudando novas funcionalidades e pluggins para a ferramenta, Com isso, a metodologia está sempre evoluindo, ajudando a VZ&CO a fazer a gestão de projetos de forma assertiva, otimizando a gestão do tempo de obras, evitando custos desnecessários, maximizando o investimento dos clientes.  Outro ponto importante é a visualização do projeto, que pode alcançar a dimensão até 8D ou mais.  

O uso do BIM  também facilita a colaboração e a comunicação a distância, fazendo com que os erros sejam reduzidos e a produtividade seja aumentada. Esse resultado traz confiança na documentação final”, conclui a executiva, que percebeu na sua experiência com a ferramenta uma oportunidade de negócio. Hoje, além de realizar projetos de arquitetura comercial,  a VZ&CO também apoia  empresas com grande fluxo de projetos comerciais a fazer a transição para o BIM. 

Para finalizar, Vera nos conta qual seria — para ela — o segredo do sucesso: “Eu acredito muito na tecnologia e na inovação, por isso as uso em favor de melhorar a qualidade do trabalho que entrego no meu escritório. Como gestora, faço questão de  oferecer o melhor para quem nos contrata e estamos sempre evoluindo para fazer a diferença e trazer resultados felizes para todas as partes interessadas”. 

Além da segurança, câmeras passam a captar preferências

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cameraInteressado em saber cada vez mais sobre as reais necessidades e preferências dos consumidores, o varejo vem encontrando alternativas nas próprias tecnologias que já detém para fazer uma pesquisa em tempo real, nos corredores de shoppings e supermercados.

Empresas de tecnologia que atuam em soluções dedicadas a processos de automação com código de barras, coletores de dados e redes sem fio lançam a tecnologia de inteligência de imagem. A solução ajuda os varejistas a entenderem o comportamento do cliente dentro da loja e, consequentemente, maximizarem suas vendas, proporcionando experiências múltiplas aos consumidores.

A tendência é cada vez mais termos lojas totalmente conectadas, com informações em tempo real sendo repassadas para as operações internas e para o atendimento ao cliente. Nesse sentido, a arquitetura comercial entra como peça fundamental para melhor acomodar a aparelhagem tecnológica e melhor receber os clientes, reforçando a marca no mercado. A consequência? Melhores processos, melhor atendimento e o consumidor cada vez mais satisfeito – é o que se espera!

Redesign debate mudança nas lojas físicas

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loja2Mostrar como as lojas físicas estão se transformando em verdadeiros pontos de convívio, entretenimento, informação e educação. Essa é a proposta do Redesign, evento que ocorre nos dias 27 e 28 de maio na Fecomércio, em São Paulo.

Encontro obrigatório para quem atua ou se relaciona com o varejo brasileiro e internacional, o Redesign traz em sua programação momentos para debater o futuro e as tendências do design de lojas, incluindo aspectos da arquitetura, do design, da iluminação e da tecnologia.

Inspiração: Dongdaemun Design Plaza & Park, em Seul

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th_65d1300db123ce22f6e2569fb36764f8_zha_dppseoul_vsb_20copyDestinado a receber programas e eventos, incluindo palestras, debates e oficinas, o Dongdaemun Design Plaza & Park destaca-se de forma ímpar na paisagem de Seul, na Coreia do Sul, inspirando novas ideias para a arquitetura comercial. Um centro de negócios com área para museu, parque e sala de arte, além de dois estúdios ao ar livre, o espaço “oferece ao público um lugar de trabalho aberto, no qual a principal intenção é provocar a imaginação”, dizem seus idealizadores, capitaneados pela arquiteta iraquiana Zaha Hadid.

A fachada contemporânea e sinuosa do edifício conta com 45 mil painéis implantados, em diversos tamanhos e graus de curvatura. À noite, o empreendimento reflete as luzes de LED e sinais de neón dos edifícios que o circundam.

Inspiração para o varejo: Cabine de Tendências

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642-334-post_blog_evento_blogueiras_tendecia_look_primavera_verao,0Vera Zaffari destaca uma ação diferenciada da loja Pernambucanas, realizada em sua filial do Shopping Interlagos, em São Paulo. A partir da leitura das etiquetas escolhidas pelo consumidor, é feito o reconhecimento da peça. A ambientação do provador, chamado de Cabine de Tendências, traz o clima que mais tem a ver com a roupa escolhida. “É o varejo buscando gerar novas experiências no ponto de venda, coisa que o varejo digital não consegue gerar”, aponta Vera Zaffari.

A criação da ID mostra aos clientes da loja de onde vem a inspiração do look que ele escolheu para provar, trocando cenário, aroma e música de acordo com cada look detectado.

Veja a reação dos consumidores: http://bit.ly/1hnBC0b .

 

 

Hotéis temáticos e quartos inspirados renovam a hotelaria mundial

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RioEm busca de consumidores específicos e daqueles atraídos por diversificação e diversão, redes de hotéis nascem com características específicas e, outras, reinventam a arquitetura de seus quartos para satisfazer desejos específicos.

Em uma parceria exclusiva com a Fox Film do Brasil, o Sheraton Rio Hotel & Resort, na Zona Sul do Rio de Janeiro, inaugurou o quarto temático do filme de animação Rio 2. O quarto estará disponível até o dia 16 de maio e foi totalmente decorado com imagens e elementos do filme. Pode acomodar dois adultos e duas crianças de até 12 anos. Penas de patos tingidas em azul ciano foram usadas na decoração, em referência ao personagem Blu do filme. Para garantir o aconchego, a iluminação foi feita em LED também azul.

Já na Califórnia, o Hard Rock Hotel, localizado em Palm Springs, vem atraindo amantes de rock’n roll e música. A arquitetura imponente e a decoração moderna dão vida a um espaço cheio de atitude e inspiração musical que nasceram na rede mundial de bares de sucesso.

Smartphones mudam a relação varejo-cliente

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smarthvarejoOs smartphones estão transformando a experiência de compra dos consumidores – e, consequentemente, o processo de venda dos varejistas do mundo todo. De acordo com a consultoria Forrester, 40% das vendas realizadas hoje nas lojas nos Estados Unidos são influenciadas por canais digitais, especialmente os telefones celulares.

Os exemplos são vários mas alguns se destacam. A loja de departamentos Macy’s é uma das 100 grandes varejistas americanas que testam uma tecnologia chamada iBeacon, da Apple. O sistema permite não só saber que determinado cliente entrou na loja como também oferecer dicas e alertas sobre promoções de acordo com a localização dele dentro do estabelecimento comercial.

De olho no varejo, a IBM testa um aplicativo que usa a câmera dos smartphones para mostrar informações sobre os produtos nos supermercados. É apontar a câmera do telefone para o produto para saber suas informações nutricionais e o preço de produtos simulares.

 

Qual o futuro dos shoppings centers?

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Tendências internacionais, sobretudo norte-americanas, apontam para mudanças na arquitetura tradicional dos shoppings centers. Aqueles prédios fechados e projetados como caixas-fortes já estão ficando no passado!

Se antes a regra era não ter janelas nem áreas que distraíssem o consumidor, agora a tendência aponta para a construção de shoppings como espaços que estimulem a convivência e proporcionem experiência aos frequentadores. Áreas verdes, espaços de entretenimento e atividades alternativas estimulam a frequência da nova mentalidade do público que, cada vez mais, busca locais para conviver, se encontrar com os amigos e familiares e, consequentemente, consumir.
Shopping Center
Alguns líderes de empresas privadas dos Estados Unidos afirmam que desde 2006 não são construídos shoppings fechados em seu país e que aqueles que não se reinventarem nos próximos 15 anos irão ter sérios problemas.

A tendência visa à permanência duradoura do cliente no shopping e nos pontos de vendas. “Hoje o mercado está se consolidando. As redes de lojas estão aumentando em número e complexidade. O que mais o mercado exige é que o padrão de projeto seja mantido para ganhos de produtividade, redução de custos e força da marca”, comenta Vera Zaffari, arquiteta e diretora do escritório VZA|Vera Zaffari Arquitetura.

De acordo com a empresária, outro fator relevante é o impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista, o qual pode colaborar para experiências únicas e memoráveis em vendas, projetos e faturamentos. Portanto, estar atento às novidades do segmento aplicadas à arquitetura comercial é um ponto relevante aos empresários e arquitetos.