Posts

Arquitetura comercial impulsiona vendas

Tempo de leitura: 2 minutos

nacional gramadoO investimento em tecnologia de ponta e automação no atendimento aos clientes nos Pontos de Venda (PDV) é uma realidade no varejo internacional e começa a chegar com tudo ao mercado brasileiro. Mas, além da instalação da tecnologia, é preciso criar uma infraestrutura adequada para acomodar as inovações em ambientes já conhecidos pelos clientes. Entra aí o desafio e as soluções da Arquitetura Comercial. “Adaptar o novo ao existente e orientar o cliente frente às novas tecnologias é uma missão para a Arquitetura Comercial, que também busca entender as novas formas de comportamento do consumidor. E passa a introduzir, em seus projetos, espaços e ambientações que geram novas experiências”, resume a arquiteta Vera Zaffari, expert no tema. É do escritório VZA l Vera Zaffari Arquitetura o projeto do supermercado Nacional na cidade de Gramado (RS), por exemplo (veja outros projetos clicando aqui).

Os ambientes no varejo devem proporcionar experiências inspiradoras ao consumidor, que busca autenticidade, conforto, praticidade e interatividade durante a compra. Nesse escopo, o investimento em Arquitetura Comercial pode contribuir para a melhoria do negócio. “Mas é preciso ter cuidado. O novo modelo deve seguir garantindo a identidade da marca e promovendo a permanência do público por mais tempo no PDV, situação que hoje compete com a experiência virtual”, ressalta Vera.

Assim, aproximar o envolvimento tátil e emocional garante pontos para o mercado varejista se destacar frente ao e-commerce. “As pessoas querem tocar, sentir, cheirar, experimentar, interagir, conviver, deixar-se encantar. É isto que faz com que uma pessoa queira ir à loja física”, afirma Vera Zaffari. Nesse sentido, o investimento em Arquitetura Comercial para o varejo pode contribuir para o avanço das vendas e garantir clientes mais satisfeitos.

Vitrine interativa e virtual

Tempo de leitura: < 1 minuto

adidasSeguindo a trilha da interação entre os ambientes virtual e offline atestado em grandes redes do varejo mundial, os supermercados britânicos Tesco instalaram vitrines virtuais em alguns aeroportos e estações de metrô. Por meio de uma espécie de tablets gigantes, os consumidores navegam entre os produtos que desejam comprar. Poucas horas depois, o produto escolhido é entregue na casa do cliente.

O clima de vitrine virtual segue em algumas lojas da marca esportiva Adidas, que passaram a funcionar mesmo quando estão fechadas. Uma vitrine interativa mostra os produtos que estão à disposição na loja. Para comprá-los basta tirar uma foto do código de barras, informar o endereço da entrega e aguardar o produto, no conforto de casa.

ATRAINDO O CONSUMIDOR COM TECNOLOGIA E INTERATIVIDADE

Tempo de leitura: 2 minutos

O conceito de “ponto-de-venda” mudou muito com o passar do tempo. Antigamente, apenas um balcão com um funcionário atrás, que atendia as necessidades dos clientes. Agora o mercado pede que o ambiente seja, além de agradável, interativo para atrair o consumidor.

Leia mais