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Projetos arquitetônicos garantem experiências diferenciadas

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aeroporto singapura2No mundo de milhares de possibilidades em que vivemos, prender a atenção do consumidor torna-se, cada vez mais, um trabalho hercúleo. Em grandes empreendimentos comerciais, um bom projeto de arquitetura pode ser decisivo para garantir a permanência dos clientes por mais tempo nos estabelecimentos, a partir da oferta de experiências diferenciadas e únicas. Em um aeroporto, em que as demoras e os atrasos têm sido cada vez mais constantes, proporcionar novas experiências aos usuários torna-se praticamente uma obrigação.

Um excelente exemplo dessa equação é o Aeroporto de Changi, em Cingapura. Eleito o melhor do mundo pelo World Airport Awards, promovido pelo site SkyTrax, Changi possui áreas de relaxamento, jardins variados, cinema gratuito 24h, piscina na cobertura e lounges com TVs. Para as crianças, há playgrounds e áreas infantis, com jogos eletrônicos especiais para elas.

E se a tecnologia está à disposição, a natureza também. Os jardins do aeroporto são divididos por tipo de plantas: orquídeas, cactos e girassóis. Um lago com peixes e um jardim com mais de mil borboletas nativas da Cingapura e da Malásia ocupa 330 metros quadrados.

Uma inspiração e tanto!

Fronteira entre lojas virtuais e físicas segue diminuindo

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Mkt03A inserção de objetos virtuais no ambiente físico, com o apoio de dispositivos tecnológicos, vem chegando aos poucos ao varejo nacional. O conceito tecnológico não é novo, mas ganha cada vez mais evidência com campanhas institucionais que promovem a relação real/virtual em um ambiente mais amplo de mercado. Além das lojas, ruas e espaços públicos também estão sendo repensados sob essa ótica. Assim, salões de beleza usam a realidade aumentada para simular cortes de cabelo, por exemplo. “As pessoas querem tocar, sentir, cheirar, experimentar, interagir, conviver, deixar-se encantar. É isto que faz com que uma pessoa queira ir à loja”, explica a arquiteta Vera Zaffari. Nesse sentido, o investimento em Arquitetura Comercial torna-se um diferencial que contribui para o avanço das vendas e a satisfação dos garantidas dos clientes.

Os ambientes no varejo devem proporcionar experiências inspiradoras ao consumidor, que busca autenticidade, conforto, praticidade e interatividade durante a compra. Nesse escopo, o investimento em Arquitetura Comercial contribui para a melhoria do negócio e a captação e fidelização de clientes.

Visual da loja começa pela fachada

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luisSegundo dados do Sebrae, 81% das pessoas tomam a decisão de compra no ponto de venda, quando se deparam com o ambiente da loja, as disposições dos produtos na prateleira, a iluminação, o layout. Os números reforçam a ideia de que, mesmo com o advento do comércio on line, a loja física ainda é fundamental no processo de consumo, na atração e na fidelização do consumidor.

Nesse sentido, a fachada da loja é o cartão de visitas. De nada adianta ter um vasto mix de produtos e funcionários bem treinados se a fachada da sua loja não consegue atrair os clientes para dentro dela. Seja por excesso de informação ou falta de identidade, o ponto de venda não pode deixar de ser notado pelos consumidores – ou, por outro lado, espantá-los. Artifícios e ferramentas para tornar uma fachada funcional, eficiente e que mostre a personalidade e potencial da loja não faltam no mercado. Atente-se!

Sustentabilidade para conquistar o mercado

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lojasverdesAs principais redes de supermercados do Reino Unido têm apostado em programas agressivos de redução de emissão de carbono, usando a sustentabilidade como diferencial mercadológico. Companhias ambientalistas como a McKeever vêm trabalhando com os supermercadistas para conceber as próximas descobertas em design de lojas ecológicas, no maior clima de competição saudável – o que tem colocado os supermercados britânicos muito à frente de outros setores do varejo no quesito sustentabilidade.

A rede britânica Tesco, por exemplo, foi considerada a varejista mundial número um no combate às mudanças climáticas em função do seu projeto de descarte de carbono. Em 2010, inaugurou a primeira loja do mundo com emissão zero de carbono, em Ramsay, Cambridgeshire, na Inglaterra. E, desde então, abriu mais duas unidades, seguindo o mesmo padrão. Entre as ações, as filiais utilizam luz natural e placas solares para reduzir o custo de iluminação das lojas, além da água da chuva para a descarga dos banheiros e lavagem de carros.

Outro exemplo é a Sainsbury’s, cuja primeira ecoloja foi inaugurada há cerca de uma década. A rede utiliza um sistema, desenvolvido em parceria com uma empresa de petróleo, que direciona o calor gerado pelas unidades refrigeradas para 500 metros abaixo do solo, em uma série de pequenos túneis, que simultaneamente aquecem e esfriam as lojas.

Leia mais: http://bit.ly/1dxy2G3

 

Vera Zaffari no portal Falando de Varejo

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vza falando de varejo“Aliados a novas tecnologias, espaços e ambientações geram experiências de interação garantida com o consumidor”, afirma Vera Zaffari, arquiteta especializada em projetos para lojas, shoppings centers e supermercados, ao portal Falando de Varejo.

Os ambientes no varejo devem proporcionar experiências inspiradoras ao consumidor, que busca autenticidade, conforto, praticidade e interatividade durante a compra. Nesse escopo, o investimento em Arquitetura Comercial pode contribuir para a melhoria do negócio.

Confira a matéria completa: http://bit.ly/1l3Qo0Z .

Vera Zaffari fala sobre arquitetura comercial no JC

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25A arquiteta Vera Zaffari mostra sua expertise em arquitetura comercial em matéria publicada no Jornal do Comércio desta terça-feira. A matéria aponta Porto Alegre como a cidade com maior área bruta locável por habitante no Brasil e com uma expectativa de crescimento interessante para os próximos anos.

A aposta são os shoppings de vizinhança e open malls, com maior interação com o ambiente do entorno, em detrimento das grandes áreas de construção fechadas, modelo que ainda predomina e se consolidou até hoje. “O mundo está indo para o meio termo, para zonas de varejo mais estruturadas, interagindo com o verde e resolvendo problemas de fluxo, segurança e mobilidade”, afirma a arquiteta.

Confira a matéria completa no Jornal do Comércio: http://bit.ly/1p02dXN .

 

Maior salão da construção da América Latina ocorre em São Paulo

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feicon 2014Sob o slogan Inspire inovações, multiplique tendências, o Feicon Batimat, principal Salão da Construção da América Latina, está marcado para o período de 18 a 22 de março, no Anhembi, em São Paulo.

O evento mais completo do setor chega a sua 20ª edição apresentando inovações e tendências e proporcionando um encontro para negócios, networking com grandes profissionais e marcas do setor da construção civil e a disseminação de novos produtos e serviços.

A feira também conta com a conferência Núcleo de Conteúdo Feicon Batimat, com quatro dias de palestras e debates, trazendo tendências do mercado e renomados profissionais nacionais e internacionais.

Veja a programação completa em  http://www.feicon.com.br/
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Vera Zaffari é destaque no Jornal do Comércio

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O jornalista Eduardo Bins Ely destaca as ideias de Vera Zaffari em sua coluna desta sexta-feira, 7 de março, no Jornal do Comércio (RS). O texto traça um perfil de Vera e de seu trabalho à frente da VZA Arquitetura, fala de seus gostos pessoais e de sua visão sobre o que quer o consumidor brasileiro.

Bins Ely conta um pouco da trajetória da arquiteta, as conquistas dos prêmios do PGQP em 2012 e 2013, as preferências da profissional e o destaque da VZA no mercado de arquitetura ao apostar em inovação, gestão e busca de metas para qualificar processos e atender as expectativas dos clientes.

News VZA | Vera Zaffari Arquitetura

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Confira as últimas notícias da VZA | Vera Zaffari Arquitetura no boletim eletrônico mensalNEWS_VZA_FEVEREIRO_2014

Arquitetura comercial deve impulsionar venda no varejo

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VZA-65 escolhida VeraEm crescimento, o segmento varejista tem apresentado bons resultados no início de 2014 – ano que promete grandes mudanças no setor. Conforme dados do Instituto para Desenvolvimento do Varejo, referentes ao Índice Antecedente de Vendas (IAV-IDV), a expectativa para o primeiro semestre deste ano indica alta de 6,4%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Alinhado ao desenvolvimento gradual está a necessidade de se construir um ambiente destinado a proporcionar experiência inspiradora ao consumidor, que busca, cada vez mais, autenticidade, conforto, praticidade e interatividade durante a compra.

Neste escopo, o investimento em arquitetura comercial pode contribuir para a melhoria do negócio. “O modelo tem por interesse garantir a identidade da marca, além de promover a permanência do público por maior tempo no ‘ponto de venda’”, explica Vera Zaffari, diretora do escritório VZA | Vera Zaffari arquitetura.

Para tanto, o projeto de arquitetura comercial – tais como redes de lojas, shopping, hiper e supermercados –, deve andar em paralelo com a estratégia de marketing da empresa.

Uma tendência crescente e aderida por varejistas internacionais e, em adaptação no mercado brasileiro, é o investimento em tecnologia de ponta e automação para o atendimento aos clientes nos Pontos de Venda (PDV). Porém, além da instalação da tecnologia é necessário criar uma infraestrutura para acomodar as inovações em ambientes já conhecidos pelos clientes.

Assim, é preciso criar projetos que sejam user friendly e intuitivos para quem faz compras.  “Adaptar o novo ao existente e orientar o cliente frente às novas tecnologias é uma missão para arquitetura comercial, que também busca entender estas novas formas de comportamento, e que introduz nos seus projetos espaços e ambientações que gerem experiências”, afirma a empresária.

Um exemplo de tecnologia, cujo formato foi debatido recentemente no Big Retail’s Show – feira de tendência varejista de Nova York –, é sistema utilizado no Virtual Style Pod. Serviço que permite aos consumidores provar roupas virtualmente, realizar ajustes de tamanho e de cores. Esta ferramenta, também desenvolvida pela inglesa Engage com a companhia Space3D, permite uma experiência única, interativa e considerável ganho em produtividade.

Outra solução, que também merece destaque no mercado, são os caixas de autoatendimento, que têm reduzido filas, agilizado o processo de pagamento e substituído o processo humano pelo mecânico.

Segundo a arquiteta, aproximar o envolvimento tático e emocional ao mercado varejista pode ser um ganho tanto para o setor quanto para o público, além de se destacar frente ao e-commerce. “As pessoas querem tocar, sentir, cheirar, experimentar, interagir, conviver, deixar-se encantar. É isto que faz com que uma pessoa queira ir à loja física”, pontua Vera Zaffari.

Nesse sentido, o investimento em arquitetura comercial para o varejo pode contribuir para o avanço das vendas e a satisfação dos clientes. Para 2014, o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), prevê uma injeção de R$ 7.8 bilhões no setor.