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Arquiteta de futuros

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O sotaque não deixa dúvidas: a arquiteta Vera Zaffari é gaúcha, nascida em Cachoeira do Sul. Filha de empresário da Construção Civil e de empresária no ramo de alimentação, ainda criança, descobriu sua paixão pela arquitetura. Em vez de pentear as bonecas, preferia criar casas e ambientes para elas. Interessada por aquele universo, passou a vivenciar com o pai nas obras e entendeu que ali estava o seu futuro. 

“A arquitetura foi sempre a minha paixão. O cheiro da obra, a convivência diária desde pequena em construções, me moldaram e me tornaram o que sou hoje”, comenta Vera, que além de arquiteta, é  uma empreendedora respeitada, com projetos espalhados pelo Brasil, Uruguai e Argentina. 

 

Formada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), de Porto Alegre (RS), Vera aprendeu já no primeiro estágio a se destacar profissionalmente. Antes mesmo de se formar, assumiu a liderança de vários projetos, aprendendo a lidar não só com a execução de projetos, mas também com os clientes. Resultado? Aos 23 anos, foi  convidada a virar sócia do escritório onde atuava.

Depois de alguns anos na profissão, a arquiteta percebeu que havia adquirido uma especialização na área que mais lhe dava prazer: a arquitetura comercial, em função das empresas que atendia. Em 1998, ela deixou a antiga sociedade para empreender por conta própria. Apesar de sentir o frio na barriga —  por ser uma mulher em uma época em que a arquitetura era majoritariamente dominada por homens —, ela  não desanimou e encarou o desafio. Nascia assim a VZ&CO. 

“Não foi fácil impulsionar o meu próprio negócio, mas as portas foram se abrindo por conta da qualidade dos projetos e pela determinação de sair vencedora – era vencer ou vencer. Fui convidada a participar de uma rodada de seleção de escritórios de arquitetura para atender uma grande rede varejista multinacional”, recorda Vera. 

A disputa somou 44 escritórios e deu à Vera o segundo lugar na classificação geral. Foi o suficiente para ela ser contratada. Esse primeiro grande cliente está até hoje na VZ&CO — mais uma prova da excelência não só dos projetos, mas do atendimento do escritório ao varejista.

E vale destacar: a VZ&CO coleciona prêmios em Gestão de Qualidade e projetos de arquitetura, como você pode conferir nesta linha do tempo da empresa

 

GESTÃO INOVADORA  

Logo que começou a empreender, Vera entendeu a importância de ser inovadora para criar diferenciação. Por isso, ela investiu fortemente na qualidade da gestão e na entrega de resultados para os clientes. 

“Nunca quis que a VZ&CO fosse apenas mais uma empresa de arquitetura, mas sim um nome de referência no mercado. Por isso,  fiz inúmeros cursos e MBA em Gestão Empresarial para entender e saber como posicionar o escritório como uma corporação inovadora, que preza pela gestão da qualidade, para entregar resultados e confiabilidade aos clientes”, afirma. 

Há 22 anos no mercado,  a VZ&CO se especializou  em arquitetura comercial e de varejo, mas também tem em seu portfólio projetos em hotelaria, centros de distribuição, restaurantes, arquitetura hospitalar e projetos de renovação e restauro de prédios antigos. 

“Nosso compromisso é entregar um trabalho inovador de qualidade, por meio de tecnologias e práticas sustentáveis. Como gestora,  busco manter relacionamentos duradouros com os nossos clientes e parceiros, sempre pensando em como deixar o escritório alinhado com o futuro”, complementa Vera.

 

BIM


 

Inovação é um conceito importante na vida de Vera Zaffari. Sempre em busca de trazer mais e melhores resultados para os clientes, ela faz questão de investir em novas tecnologias capazes de agregar valor na realização de projetos, melhorando tanto a qualidade quanto o tempo de entrega.

Em 2014, depois de realizar diversas pesquisas dentro e fora do Brasil , Vera decidiu implantar uma das mais modernas ferramentas de modelagem de projetos na VZ&CO: o Building Information Modeling (BIM). Objetivo? Tornar os projetos da empresa o mais precisos e confiáveis possível.

“Por meio do BIM, conseguimos impactar de forma positiva a cultura de trabalho dos nossos arquitetos e, também, os projetos apresentados aos clientes. Por ser uma ferramenta  com foco em resultados, o BIM  interliga todas as partes interessadas, diminui custos, acelera processos de execução e muito mais”, explica.

Sempre em busca de melhores processos e resultados, Vera e equipe estão sempre estudando novas funcionalidades e pluggins para a ferramenta, Com isso, a metodologia está sempre evoluindo, ajudando a VZ&CO a fazer a gestão de projetos de forma assertiva, otimizando a gestão do tempo de obras, evitando custos desnecessários, maximizando o investimento dos clientes.  Outro ponto importante é a visualização do projeto, que pode alcançar a dimensão até 8D ou mais.  

O uso do BIM  também facilita a colaboração e a comunicação a distância, fazendo com que os erros sejam reduzidos e a produtividade seja aumentada. Esse resultado traz confiança na documentação final”, conclui a executiva, que percebeu na sua experiência com a ferramenta uma oportunidade de negócio. Hoje, além de realizar projetos de arquitetura comercial,  a VZ&CO também apoia  empresas com grande fluxo de projetos comerciais a fazer a transição para o BIM. 

Para finalizar, Vera nos conta qual seria — para ela — o segredo do sucesso: “Eu acredito muito na tecnologia e na inovação, por isso as uso em favor de melhorar a qualidade do trabalho que entrego no meu escritório. Como gestora, faço questão de  oferecer o melhor para quem nos contrata e estamos sempre evoluindo para fazer a diferença e trazer resultados felizes para todas as partes interessadas”. 

Mercado de proximidade estreita relação do varejo com o cliente

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Fazer compras com segurança, pertinho de casa, em um ambiente aconchegante é mais que um desejo: é uma necessidade, especialmente em tempos de pandemia. Por isso, grandes marcas de supermercado estão apostando nos chamados mercados de proximidade — versões menores e mais requintadas de suas lojas, especializadas em oferecer uma experiência diferenciada para o consumidor.

No Brasil, as lojas de bairro já correspondem a mais de 40% do volume de vendas em alimentos, higiene e outros produtos encontrados em supermercados. Os dados são de uma pesquisa realizada em 2018 pela GFK — empresa de estudos de mercado alemã. Grandes varejistas como o Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Lojas Americanas investiram nesse novo segmento para melhor atender aos clientes.

“Os mercados de proximidade lembram uma boutique, a lojinha com beleza. É como se você entrasse em uma loja com conceito industrial”, explica Rubiane Schneider, arquiteta da VZ&CO responsável pelos projetos da bandeira Minuto do Grupo Pão de Açúcar, que se enquadra nesse conceito.

Ambiente aconchegante

Os mercadinhos da rede ficam localizados em bairros com demandas específicas de consumo e têm um portfólio próprio de produtos selecionados. Cada fruta, legume ou produto é escolhido a dedo, facilitando a vida do cliente que não precisa perder tempo escolhendo a melhor maçã ou o pão mais fresquinho. Ele pode passear pelos corredores da loja — desenhados para facilitar o deslocamento dele pelo ambiente — e descobrir uma série de novidades que tornarão seu dia a dia mais prazeroso.

 

Quando projetamos uma loja de proximidade, temos o cuidado de criar um ambiente aconchegante, com acessibilidade e ambientes bem setorizados, para facilitar a experiência de compra do cliente”, explica a Rubiane.

 

Na visão da arquiteta, investir nesse setor ajuda a ampliar a visibilidade da marca, já que essas lojas costumam ser abertas em locais estratégicos e atendem públicos diferenciados. “Quem frequenta esses mercados acaba estabelecendo um relacionamento mais forte com a marca, que ela passa a fazer parte da vizinhança e do seu dia a dia”, conclui,

 

Bandeira Minuto

Desde 2014, o Grupo Pão de Açúcar aposta na bandeira  Minuto —  lojas conceito que trabalham essa relação de maior proximidade com o cliente. A intenção da rede é lançar mais 30 unidades com essa visão. Os projetos terão a assinatura da VZ&CO, que assinou contrato em julho de 2020 com a varejista.

Já em fevereiro, inauguramos a primeira unidade na Avenida Marechal Mallet, em Praia Grande (SP). A loja, com 830 m2, é moderna, com acabamento industrial, forro aparente, iluminação com perfilados e blocos de fechamento também aparentes.

Pela conformação do terreno existem duas fachadas no projeto, uma para clientes, com estacionamento, e a outra fachada exclusiva para a carga e descarga de mercadorias. O salão de vendas possui uma área de adega, ao fundo, seguindo o padrão da marca. Também ao fundo, encontra-se uma área de padaria  integrada, com visores de vidros que permitem aos visitantes acompanhar todo o preparo dos pães e da fiambreria.

 

Principal diferencial

Para o Grupo Pão de Açúcar, o principal diferencial desse projeto foi a enorme quantidade de informações técnicas entregues pela VZ&CO.

É isso o que torna nossos projetos únicos: o detalhamento dos desenhos e dos estudos de viabilidade. Nós vamos até o local, estudamos a estrutura como um todo e conseguimos identificar todas as incompatibilidades entre o projeto e a obra,  prevenindo problemas de execução que implicariam em gastos extras para o cliente”, explica a arquiteta.

 

Além disso, todos os projetos da VZ&CO são modelados em BIM (Building Model Information), dentro de visões de 3D, 4D, 5D, 6D,  7D e 8D. “Na prática, a gente pré-constrói a obra no computador. Não entregamos apenas um desenho; entregamos um projeto rico em informações termoacústicas e estruturais. Isso é um ganho não só para o cliente, mas a construtora que vai  executar a obra, pois ela consegue orçar tudo com antecedência e precisão”, conclui.

 

Arquitetura Paramétrica: o encontro perfeito entre a criatividade e a precisão matemática

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O desenho a mão dentro do contexto da arquitetura é um daqueles tópicos sobre os quais parece que quase todo mundo tem uma opinião forte, não é? Mas enquanto muitos lamentam o fato de que as práticas tradicionais estão em declínio desde a revolução industrial, hoje, uma nova geração de arquitetos e designers começou a redefinir e atualizar a noção do “feito a mão” para incluir as mais modernas técnicas de design e fabricação disponíveis. 

Mas fazer a mão ou artesanalmente na era digital é difícil de definir. Para alguns, este processo de desenhar a mão evoca uma pureza de estilo, uma preferência pela prática humana em vez da máquina. Para outros, o desenho arquitetônico feito a mão é uma ode à  arquitetura clássica.

Porém, independente da nossa compreensão do termo “artesanal” dentro da arquitetura, cada vez mais o conhecimento ancestral de pedreiros e artesãos está embutido em um processo de design inteligente usando modelos geométricos feitos em computador – desde montagens de móveis e projetos arquitetônicos que desafiam a gravidade até fluxos de trabalho complexos. 

Com a chegada das inovações, novas habilidades passaram a ser exigidas dos arquitetos. E quando falamos inovações como a arquitetura paramétrica, especificamente, o uso de algoritmos e softwares especializados nos permite expandir, imaginar e criar formas totalmente novas.

Zaha Hadid fez isso brilhantemente e se tornou um dos grandes nomes da arquitetura moderna. Marcou seu nome na história através de suas curvas e formas abstratas, que foram possíveis graças a eles: os algoritmos, os dados e os parâmetros.

Mas afinal, o que são arquitetura e design paramétricos? 

Para facilitar o entendimento de como a arquitetura paramétrica funciona, vamos por partes. 

Primeiro, o arquiteto organiza toda as diretrizes de desenho que precisam ser fornecidas ao software. É papel desse profissional, por exemplo, trazer um direcionamento sobre o tipo de estrutura que irá ser usada em uma fachada e o tipo de vedação. Outras informações como a carta solar, ventos predominantes e informações sobre a localização do projeto também são relevantes de serem inseridas para que o programa faça o cálculo. A partir disso, o software está apto a calcular como essa fachada poderia se formar. 

O programa, então, transforma essas informações em parâmetros, que vão orientar o profissional de arquitetura paramétrica na criação do desenho final. Pela existência da arquitetura paramétrica, é possível hoje, criar um desenho de projeto cheio de curvas abstratas e milimetricamente calculado para receber a quantidade ideal de luz do sol ou ventilação, por exemplo. 

Ainda, durante o processo de trabalho utilizando a arquitetura paramétrica é possível voltar, alterar e incluir informações para mudar as modelagens com muita facilidade. E essa praticidade no dia a dia de trabalho é o que permite que os arquitetos de hoje possam experimentar ainda mais sua criatividade. Mais do que isso, a arquitetura paramétrica reduz o tempo e o desenvolvimento de projetos complexos. 

Como aplicamos princípios da arquitetura paramétrica nos projetos VZ&CO?

Aqui na VZ&CO utilizamos o Dynamo, software de programação visual que torna possível a criação de rotinas, pensadas a partir da análise de fluxos de trabalho padrão dos nossos processos. Com essas práticas,  podemos automatizar todas as ações que são repetitivas, manuais ou mecânicas, economizando tempo e gerando resultados ainda mais confiáveis. Dessa maneira, o arquiteto acaba se tornando responsável somente pelas atividades que exijam dele o ato de pensar, como a criação e gerenciamento dos projetos. 

Na VZ&CO trabalhamos por meio da tecnologia BIM na concepção dos projetos, uma tecnologia que possibilita criar digitalmente modelos virtuais precisos e com informações que serão acompanhados em toda a vida útil de uma edificação. Dentro desta tecnologia existem várias ferramentas que apoiam e complementam o processo e uma delas é o Dynamo. 

Um dos grandes diferenciais do Dynamo é que ele produz rotinas de trabalho que minimizam tempo, falhas e otimizam o projeto. O processo de criação de uma rotina, por exemplo, passa por diversas etapas e a primeira delas é a identificação de um problema, essa etapa surge de um esforço conjunto – onde o problema pode ser identificado por qualquer membro da nossa equipe. Se o problema em questão não puder ser resolvido através do próprio Revit, de forma rápida e simples, observamos que ele possui um outro nível de complexidade, onde a programação visual (Dynamo) se torna necessária.

Para conseguirmos desenvolver uma solução através do Dynamo, precisamos identificar inicialmente as informações fornecidas pelo próprio Revit (dados de entrada). Em seguida tentamos fixar um objetivo (dados de saída), ou seja, a solução que buscamos, que podem ser tarefas, extração de informações do modelo, quantitativos ou até mesmo modelagem e graficação do projeto dentro do Revit. 

Após essa etapa inicial tentamos criar um fluxograma, que tem o objetivo de transformar esses dados de entrada em dados de saída. Nessa etapa é essencial que tenhamos a capacidade de identificar subproblemas e a existência de dados intermediários, pois só assim conseguimos aos poucos ir separando o problema inicial em pequenos problemas. O que fazemos dentro desse fluxo nada mais é do que trabalhar e manipular informações/dados para retirar deles aquilo que precisamos. 

Por fim, nosso fluxo se torna uma rotina, passível a ser utilizada por qualquer membro da equipe de forma simples e rápida, pulando etapas de trabalho e tornando os resultados mais assertivos. Porém, é bom frisarmos que todas as rotinas passam por processo de manutenção após serem criadas e, assim como os demais processos dentro do escritório, as rotinas também estão em constante processo de melhoria e adaptação.

Esse posicionamento surgiu a partir do desejo de otimizar, cada vez mais, nossas entregas – direcionando ao máximo a nossa atenção ao cliente e suas necessidades particulares. 

Por aqui, também acreditamos que o artesanal e o digital caminham de mãos dadas, criando uma mistura que nos permite avançar e inovar todos os dias em nossas entregas.

1º ENCONTRO BIM ASBEA RS e GRAPHO SOFTWARE

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Dia 26 de setembro aconteceu o 1º Evento BIM da Asbea RS em parceria com a Grapho Software, no auditório do Sinduscon. A VZA marcou presença através dos arquitetos Camila Sfreddo, Fernanda Demarco e Gabriel Bachilli. “Foi uma rica experiência ver a apresentação de cases de projetos complexos produzidos em BIM. Os palestrantes trouxeram depoimentos do dia-a-dia da implantação desta metodologia e como ela altera nosso processo de projeto”, comenta a equipe da VZA.

EVENTO BEST SUL

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A VZA busca conhecimento de softwares BIM que sejam mais adequados à realidade e necessidades do escritório e de seus clientes. No dia 06, os arquitetos Camila Sfreddo e Gabriel Bachilli estiveram presentes no evento da empresa Best Sul, que apresentava as novidades da linha Autodesk 2014 através de cases de sucesso.

“Gostei de ver a integração de várias disciplinas envolvidas em um projeto de arquitetura”. Gabriel Bachilli

MODELO BIM

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Nova geração de desenhos auxiliados por computador altera a cultura das empresas de arquitetura

No teatro Jimbocho, em Tóquio, 650 arquitetos utilizaram o modelo BIM para coordenar por três meses o projeto que gerenciou complexibilidade e arte na obra.

No teatro Jimbocho, em Tóquio, 650 arquitetos utilizaram o modelo BIM para coordenar por três meses o projeto.

A VZA caminha para o BIM (Building Information Modeling ou Modelagem da Informação na Construção), uma referência no desenvolvimento de projetos de arquitetura, modelo para quem busca segurança e agilidade em projetos. O uso traz um conceito diferenciado das ferramentas e tecnologias tradicionais no mercado, requerendo uma adequação não apenas dos profissionais, mas também de todos os processos de gestão da empresa.

O investimento em capacitação, software e hardware que atendem o modelo é grande. Os resultados, porém, compensam de acordo com o arquiteto Gabriel Bachilli, profissional da VZA | Vera Zaffari Arquitetura.

“O BIM permite que a interação entre todas as disciplinas envolvidas nos projetos, mesmo os mais complexos, aconteça de forma ágil e confiável. Além disso, com a possibilidade de alimentação do seu banco de dados é possível estimar o valor de uma construção com bastante rigor ainda na fase de projeto”, diz Gabriel.

O BIM é a nova geração do CAD (computer-aided design, desenho auxiliado por computador), e está alterando a maneira de projetar. “Enquanto no CAD um projeto é desenhado de forma muito similar à régua T, no BIM somos levados a pensar de forma diferente. Saímos da linha e do micro para uma concepção mais detalhada que conduz a um processo mais completo, reduzindo retrabalhos e otimizando o tempo, o que é de grande valia aos nossos clientes.” comenta Gabriel Bachilli.

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No Japão, cerca de 650 arquitetos coordenaram por três meses o projeto do teatro Jimbocho, em Tóquio, com a ferramenta BIM: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/bim-esta-mudando-a-maneira-de-projetar-no-mundo-inteiro-93523-1.asp

“Para a arquitetura, o BIM requer uma mudança…

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bim… de cultura no modo de trabalhar, pois é preciso pensar em todo o projeto de maneira mais integrada. A tecnologia diminui o retrabalho. Pelo BIM, cada detalhe que modificamos se reproduz automaticamente em todos os pontos que teriam impacto no projeto. Hoje, a maior parte do mercado brasileiro ainda costuma usar os recursos de informática disponíveis de uma forma muito similar à régua paralela e à régua T de antigamente. O trabalho braçal é enorme para revisar alterações de projeto e repassá-las a todos os projetistas envolvidos no processo”.

(Gabriel Bachilli, arquiteto da VZA)