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Projetos arquitetônicos garantem experiências diferenciadas

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aeroporto singapura2No mundo de milhares de possibilidades em que vivemos, prender a atenção do consumidor torna-se, cada vez mais, um trabalho hercúleo. Em grandes empreendimentos comerciais, um bom projeto de arquitetura pode ser decisivo para garantir a permanência dos clientes por mais tempo nos estabelecimentos, a partir da oferta de experiências diferenciadas e únicas. Em um aeroporto, em que as demoras e os atrasos têm sido cada vez mais constantes, proporcionar novas experiências aos usuários torna-se praticamente uma obrigação.

Um excelente exemplo dessa equação é o Aeroporto de Changi, em Cingapura. Eleito o melhor do mundo pelo World Airport Awards, promovido pelo site SkyTrax, Changi possui áreas de relaxamento, jardins variados, cinema gratuito 24h, piscina na cobertura e lounges com TVs. Para as crianças, há playgrounds e áreas infantis, com jogos eletrônicos especiais para elas.

E se a tecnologia está à disposição, a natureza também. Os jardins do aeroporto são divididos por tipo de plantas: orquídeas, cactos e girassóis. Um lago com peixes e um jardim com mais de mil borboletas nativas da Cingapura e da Malásia ocupa 330 metros quadrados.

Uma inspiração e tanto!

Sustentabilidade para conquistar o mercado

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lojasverdesAs principais redes de supermercados do Reino Unido têm apostado em programas agressivos de redução de emissão de carbono, usando a sustentabilidade como diferencial mercadológico. Companhias ambientalistas como a McKeever vêm trabalhando com os supermercadistas para conceber as próximas descobertas em design de lojas ecológicas, no maior clima de competição saudável – o que tem colocado os supermercados britânicos muito à frente de outros setores do varejo no quesito sustentabilidade.

A rede britânica Tesco, por exemplo, foi considerada a varejista mundial número um no combate às mudanças climáticas em função do seu projeto de descarte de carbono. Em 2010, inaugurou a primeira loja do mundo com emissão zero de carbono, em Ramsay, Cambridgeshire, na Inglaterra. E, desde então, abriu mais duas unidades, seguindo o mesmo padrão. Entre as ações, as filiais utilizam luz natural e placas solares para reduzir o custo de iluminação das lojas, além da água da chuva para a descarga dos banheiros e lavagem de carros.

Outro exemplo é a Sainsbury’s, cuja primeira ecoloja foi inaugurada há cerca de uma década. A rede utiliza um sistema, desenvolvido em parceria com uma empresa de petróleo, que direciona o calor gerado pelas unidades refrigeradas para 500 metros abaixo do solo, em uma série de pequenos túneis, que simultaneamente aquecem e esfriam as lojas.

Leia mais: http://bit.ly/1dxy2G3

 

Vera Zaffari no portal Falando de Varejo

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vza falando de varejo“Aliados a novas tecnologias, espaços e ambientações geram experiências de interação garantida com o consumidor”, afirma Vera Zaffari, arquiteta especializada em projetos para lojas, shoppings centers e supermercados, ao portal Falando de Varejo.

Os ambientes no varejo devem proporcionar experiências inspiradoras ao consumidor, que busca autenticidade, conforto, praticidade e interatividade durante a compra. Nesse escopo, o investimento em Arquitetura Comercial pode contribuir para a melhoria do negócio.

Confira a matéria completa: http://bit.ly/1l3Qo0Z .

Vera Zaffari fala sobre arquitetura comercial no JC

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25A arquiteta Vera Zaffari mostra sua expertise em arquitetura comercial em matéria publicada no Jornal do Comércio desta terça-feira. A matéria aponta Porto Alegre como a cidade com maior área bruta locável por habitante no Brasil e com uma expectativa de crescimento interessante para os próximos anos.

A aposta são os shoppings de vizinhança e open malls, com maior interação com o ambiente do entorno, em detrimento das grandes áreas de construção fechadas, modelo que ainda predomina e se consolidou até hoje. “O mundo está indo para o meio termo, para zonas de varejo mais estruturadas, interagindo com o verde e resolvendo problemas de fluxo, segurança e mobilidade”, afirma a arquiteta.

Confira a matéria completa no Jornal do Comércio: http://bit.ly/1p02dXN .

 

O futuro dos shopping centers é a diversificação

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Shopping centers com áreas fechadas, sem espaços livres, estão fadados ao fracasso. Áreas verdes, entretenimento e atividades alternativas, oferecidas além do mix de lojas, praça de alimentação e cinema, precisarão estar em pauta dos empreendimentos que pretenderem fidelizar seus clientes e conquistar novos públicos.

O momento é de mudança no varejo, com as lojas físicas concorrendo diretamente com o comércio on line. Por isso é preciso criar uma experiência presencial única e memorável. Assim, a arquitetura comercial torna-se fundamental para criar a interação com o cliente que os shopping centers procuram. Quando as pessoas se sentem bem, trocam a tela do computador por um passeio com a família e, consequentemente, gastam mais.

Nesse sentido, a Starbucks vem fazendo um bom trabalho, criando esse ambiente acolhedor, quase familiar, e assim que precisam ser os shoppings – acolhedores e agradáveis. Já no The Grove, o pessoal da Four Seasons foi contratado para desenvolver a hospitalidade com a qual o cliente deve ser recebido.

São ideias interessantes que podem servir de inspiração para shoppings em qualquer parte do mundo.

Qual o futuro dos shoppings centers?

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Tendências internacionais, sobretudo norte-americanas, apontam para mudanças na arquitetura tradicional dos shoppings centers. Aqueles prédios fechados e projetados como caixas-fortes já estão ficando no passado!

Se antes a regra era não ter janelas nem áreas que distraíssem o consumidor, agora a tendência aponta para a construção de shoppings como espaços que estimulem a convivência e proporcionem experiência aos frequentadores. Áreas verdes, espaços de entretenimento e atividades alternativas estimulam a frequência da nova mentalidade do público que, cada vez mais, busca locais para conviver, se encontrar com os amigos e familiares e, consequentemente, consumir.
Shopping Center
Alguns líderes de empresas privadas dos Estados Unidos afirmam que desde 2006 não são construídos shoppings fechados em seu país e que aqueles que não se reinventarem nos próximos 15 anos irão ter sérios problemas.

A tendência visa à permanência duradoura do cliente no shopping e nos pontos de vendas. “Hoje o mercado está se consolidando. As redes de lojas estão aumentando em número e complexidade. O que mais o mercado exige é que o padrão de projeto seja mantido para ganhos de produtividade, redução de custos e força da marca”, comenta Vera Zaffari, arquiteta e diretora do escritório VZA|Vera Zaffari Arquitetura.

De acordo com a empresária, outro fator relevante é o impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista, o qual pode colaborar para experiências únicas e memoráveis em vendas, projetos e faturamentos. Portanto, estar atento às novidades do segmento aplicadas à arquitetura comercial é um ponto relevante aos empresários e arquitetos.